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O caso foi registrado pela vítima, que afirma ter vendido uma casa para o servidor público comissionado, Eder Ferreira dos Reis Mucuta, que para não pagar a dívida, acabou justificando com documentos, possivelmente fraudados, envolvendo o nome de uma promotora atuante em Vilhena.

De acordo com o registro da ocorrência, Eder comprou a residência negociando o valor de R$ 140 mil em uma entrada de R$20 mil, mais cinco parcelas de R$ 30 mil. Também foi negociado o pagamento de mais 173 boletos nos valores unitários de R$ 454,00 para uma imobiliária, referentes ao valor do terreno.

Segundo a vítima, Eder Mucuta pagou apenas a entrada no valor de R$ 30 mil, justificando o atraso das demais quantias, com o não recebimento de uma dívida de R$ 115 mil que o Ministério Público Estadual havia com o mesmo, referente a programas de computação que ele havia desenvolvido.

Ainda segundo o denunciante, Eder chegou a  apresentar documentos contendo a referida dívida e apontava a promotora como a responsável pelo pagamento da mesma.

Desconfiado da veracidade da documentação e das versões do servidor, que também apresentou a cópia de uma ata de reunião onde relatava que o mesmo esteve com a promotora, juntamente com ordens de pagamento, a vítima, que reside em São Francisco do Guaporé, veio até a cidade para checar os fatos.

Em conversa com a promotora, esta afirmou para a vítima que a cópia da ata é verdadeira, porém, as ordens de pagamento eram falsas pois o Ministério Público Estadual não deve nada para Eder, haja vista que, ele realmente esteve na repartição instalando um programa, mas a serviço da prefeitura, mais precisamente do SEMAS.

Diante dos fatos, a vítima reuniu cópias das conversas que teve com Eder Mucuta e registrou um boletim de ocorrência de estelionato e fraude contra o servidor.

O extra de Rondônia deixa espaço para as partes envolvidas, caso queiram se pronunciar.

 

Texto: Extra de Rondônia

Fotos: Extra de Rondônia

 

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