Movimento da categoria em Vilhena/ Foto: Extra de Rondônia

Na manhã desta quarta-feira, 13, a categoria dos agentes penitenciários de Rondônia que iniciou a greve geral na terça-feira, 12, parou 100% de seu efetivo após o despacho emitido pelo Tribunal de Justiça (TJ), afirmando ilegalidade no movimento e a Polícia Militar (PM) deu início à intervenção, em todas as unidades prisionais do Estado.

Mesmo após o início da greve, a categoria manteve os 30% trabalhando, como exigido por lei, porém, devido o movimento ter sido considerado ilegal pelo TJ, que usou como justificativa a decisão judicial do Supremo Tribunal Federal (STF), que reza a proibição de greve por parte de servidores da segurança pública, o agentes penitenciários decidiram parar em sua totalidade, sendo necessária a intervenção da PM em todas as unidade prisionais para garantia da ordem.

Em Vilhena, como o Presídio de Segurança Máxima Cone Sul já havia sido assumido por um interventor no início de fevereiro do ano corrente, restavam apenas o Presídio Feminino/ Colônia Penal e a Casa de Detenção, que ainda estavam sob a administração dos agentes, mesmo com efetivo precário, devido a operação padrão, que excluiu a realização de horas extras e causou uma baixa caótica no número de servidores por plantão.

Porém, nesta manhã, as duas unidades foram assumidas pela Polícia Militar, que está garantindo a realização das atividades rotineiras dos presos, como banho de sol e recebimento de visitas.

Os presídios municipais de Colorada e Cerejeiras também estão sob o comando da PM.

A greve da categoria, que busca o cumprimento do realinhamento salário proposto pelo antigo governo e vetado pelo atual, foi decreta por tempo indeterminado.

 

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