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Máquina descontrolada entrou na casa
Máquina descontrolada entrou na casa

A família coloradense Oliveira, que teve a casa destruída por uma motoniveladora descontrolada, que realizava serviços para a empresa Dalla Valle, entre a Avenida Rio Madeira com a Rua Guarani, no dia 23 de agosto do ano passado, está enfrentando um verdadeiro perrengue para voltar à residência que lhes pertence.

Composta pela idosa Maria de Lurdes Ribeiro Oliveira, pelo técnico em enfermagem, Jonas de Oliveira, e sua esposa, Oléia Góis de Oliveira, a família, que vive até hoje em uma casa alugada, não consegue finalizar a reconstrução da casa destruída pela motoniveladora por conta de problemas com a construtora dona do equipamento.

A casa que fora destruída está na fase de acabamento, e o aluguel da residência onde moram está atrasado. O custeio das obras, quanto as mensalidades, são todos de responsabilidade da construtora Dalla Valle, que garantiu arcar com os prejuízos. Jonas Oliveira conversou com a equipe de reportagem do Extra de Rondônia nessa semana e informou que há desentendimento entre ambas as partes, e que por isso a construção está parada. O técnico em enfermagem explicou que o acordo feito com a empresa foi apenas em caráter verbal, e agora está encontrando dificuldades para finalizá-lo.

Tanto Jonas, quanto sua mãe e esposa estão dormindo em colchões no chão porque os móveis que tinham foram todos quebrados no acidente. Jonas disse que quer apenas que a empresa cumpra com o que fora prometido. O dono da construtora, Ricardo Dalla Valle, não foi encontrado para falar sobre o assunto. Sua funcionária informou que ele está viajando, e que deverá retornar somente na semana que vem.

RELEMBRE O CASO

Era uma sexta-feira à tarde, e a motoniveladora modelo Volvo G940, da empresa Dalla Valle, realizava serviço de terraplanagem nas ruas citadas. Às 15h10, ao fazer uma manobra, o condutor Osmar Silva dos Santos, 42, funcionário da empresa, perdeu o controle da direção e o maquinário desceu de ré pela Avenida Rio Madeira, invadindo duas residências próximas da Rua Guarani.

A primeira propriedade, pertencente à Márcia Aparecida Rodrigues, 34, teve vários cômodos destruídos, além de abalar toda a estrutura da casa. Não havia ninguém no imóvel no momento do acidente.

Já a casa vizinha, pertencente à família Oliveira foi partida ao meio. A máquina acertou em cheio a casa, destruiu paredes, teto e móveis. No momento do acidente, Jonas de Oliveira estava na residência junto com sua esposa Oléia Góis de Oliveira, e sua mãe Maria de Lourdes Ribeiro de Oliveira. A idosa estava no quarto deitada e viu a motoniveladora entrar na residência. “Estava na sala sentando cerâmica quando a máquina passou a cerca de um metro do meu corpo”, disse Jonas à época. Ele relata que naquele momento ouviu um barulho forte e depois tudo foi coberto com poeira. “Foi Deus que me salvou”, acredita o técnico em enfermagem, que não sofreu nenhum arranhão.

Sua esposa e mãe também saíram ilesas do acidente. Oléia diz que não sabia o que fazer, só gritava. Depois que a máquina parou, tudo estava coberto de poeira e ela achava que o marido tinha morrido. Emocionada, Oléia disse que agradeceu a Deus por todos estarem vivos e sem nenhum arranhão.

Sala e dois quartos, além de cama, guarda roupa, estante, computador, e outros móveis foram destruídos. O site disponibiliza espaço aos responsáveis da empresa para eventuais esclarecimentos.

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A empresa, segundo o denunciante, garantiu arcar com os prejuízos
A empresa, segundo o denunciante, garantiu arcar com os prejuízos
O técnico em enfermagem explicou que o acordo feito com a empresa foi apenas em caráter verbal
O técnico em enfermagem explicou que o acordo feito com a empresa foi apenas em caráter verbal

Fonte: Extra de Rondônia

Texto: Da Redação

Fotos: Extra de Rondônia / Arquivo pessoal

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