Estamos em guerra governo 728×90  – ALE celular 300×250
Estamos em guerra 468×60

lima secretarioO titular da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), Eliseu Lima, reconheceu nessa semana o péssimo estado de conservação das ruas de Vilhena, principalmente aquelas que ainda não receberam asfalto.

Lima admitiu que as condições estão precárias, porém rebateu: “Estávamos esperando alguns quilômetros de asfalto, por isso não fizemos um trabalho paliativo para encarar o período das chuvas”, justifica.

O secretário relembrou que o projeto, inicialmente, era aumentar em 30 centímetros a Avenida Melvin Jones (ela ficaria abaulada) para dar “caimento” às águas pluviais, e assim evitar o acúmulo de água na região. “Ruas e avenidas importantes seriam asfaltadas, mais uma parcela de contribuição do Prefeito Rover, aos 20 km de asfaltos dedicados ao município pelo Governo do Estado. Conseguimos apenas 5 km”, conta o secretário, ressaltando que este asfaltamento previsto não deu certo por conta da queda de receita registrada durante o ano de 2013 em todos os municípios brasileiros, provocada por uma mudança de estratégia econômica do Governo Federal.

Para tentar minimizar os problemas desta ordem, o secretário explicou há uma equipe de 11 homens trabalhando no que denomina “Operação Tapa Buraco”. “Durante o período de seca são apenas cinco”, compara. A equipe vem trabalhando nos pontos mais críticos da cidade.

O asfalto executado pelo prefeito Zé Rover (PP) dando continuidade às obras do Governador Confúcio Moura (PMDB) foi suficiente para cobrir os Setores 8 e 9.

“EU NÃO JOGUEI DINHEIRO FORA”

Questionado sobre o porquê de não intensificar o ritmo das obras paliativas no município, Eliseu Lima foi sucinto: “Questão de ordem econômica”. Ele conta que cada caminhão de cascalho custa entre R$ 90 a R$ 150. “Cada logradouro tem entre 350 metros a 250 metros. Se eu tivesse cascalhado as vias, perderíamos mais de 60% do material. Em suma: prejuízo aos cofres públicos”, contabiliza o secretário, que acrescenta: “Lamento pelos transtornos causados à população, mas não joguei dinheiro fora”, arremata.

 

Fonte: Extra de Rondônia

Texto: Rômulo Azevedo

Foto: Jovino Lobaz

estamos em guerra 728×90 2
covid 468×60

COMUNICADO: Atenção caros internautas: recomenda-se critérios nas postagens de comentários abaixo, uma vez que seu autor poderá ser responsabilizado judicialmente caso denigra a imagem de terceiros. O aviso serve em especial aos que utilizam ferramentas de postagens ocultas ou falsas, pois podem ser facilmente identificadas pelo rastreamento do IP da máquina de origem, como já ocorreu.

A DIREÇÃO