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danca indio mamaindeA informação de que duas crianças indígenas, pertencentes ao Polo de Saúde Indígena, cuja sede é em Vilhena, foram encaminhadas ao hospital Cosme e Damião, na capital rondoniense, Porto Velho, no dia 31 de abril, com suspeita de H1N1 (conhecida como gripe suína), foi confirmada pelo órgão responsável.

Uma delas morreu. A outra, no entanto, foi medicada e já está fora de perigo.

A coordenadora técnica do polo base de Vilhena, Julye Fajardo, explicou à equipe de reportagem do Extra de Rondônia que a criança que morreu estava com pneumonia grave, e não há como afirmar se a causa da morte foi por conta da H1N1, ou pelo estado avançado da pneumonia. “A H1N1 pode ter aumentado a força da pneumonia, e isso pode ter causado a morte da criança”, explica Julye Fajardo.

Questionada sobre a possibilidade de um surto de H1N1 entre as comunidades indígenas da região, ela foi enfática: “Não existe surto. Uma criança pertence à aldeia Manairiçu Trevo B, que fica a 230 km de Vilhena, já na região de Comodoro; a outra é da tribo Mamaindê, localizada a 90 km de Vilhena. Ao todo nosso polo tem 65 aldeias, e não houveram registros de outros casos”, garantiu.

Mesmo descartando a possibilidade de um surto na região, o órgão responsável pela saúde indígena afirmou que intensificou os monitoramentos junto às aldeias da região. “A saúde indígena do polo base de Vilhena (DECEI-Vilhena) é muito estruturado e estamos sempre alerta. Por conta destes dois casos redobramos a fiscalização, e estamos realizando os procedimentos estipulados pelo protocolo de Influenza”, explicou Julye Fajardo.

Fonte: Extra de Rondônia

Texto: Da Redação

Foto: Rômulo Azevedo

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