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DSC_0737O julgamento do réu, acusado de homicídio, Clessiano Guilherme da Silva, 27, ocorreu na manhã de hoje, terça-feira, 03, no plenário do Fórum municipal de Vilhena.

Clessiano é acusado de matar no início de novembro de 2013, na Rua Ayrton Sena, distrito Novo Plano, em Chupinguaia, o idoso Francisco Taveira Sobrinho, 77 anos. O motivo seria a intervenção da vítima numa briga entre o acusado e sua esposa.

Segundo narração dos fatos que consta no inquérito, Clessiano e sua mulher retornavam de uma bebedeira, como de costume, e começaram a discutir em meia à via.

Na eminência da discussão, a vítima, o idoso Francisco, que estava sentado num banco em frente a sua casa, tentou aconselhar o homem a parar com as agressões, dizendo que era covardia um homem bater numa mulher. Foi quando Clessiano, não aprovou a intromissão de um desconhecido e caminhou em sua direção.

A vítima, que era debilitada, pois sofria o mal de Alzheimer se agachou para pegar o banquinho na tentativa de se defender, quando foi alvejado com um único golpe de canivete na barriga. A vítima chegou a ser socorrida ao Hospital Regional de Vilhena, mas devido o corte profundo, que atingiu seu fígado, morreu três dias após dar entrada na UTI.

JULGAMENTO:

O réu que aguardava o julgamento no regime fechado, não teve a tese de legítima defesa apresentada por seu defensor, acatada pelos jurados. O promotor João Paulo das Virgens destacou trechos do processo para convencer os jurados, sobre a condenação do réu.

A defesa contestava com a tese de que o acusado agiu em legítima defesa, e que o mesmo não tinha convicção de que a vítima se tratava de um idoso, pois estava sob efeito do álcool.

O embate entre a acusação e a defesa foi um dos momentos marcantes do julgamento, que se prolongou devido os conflitos.

SENTENÇA:

A defesa não convenceu o júri com as qualificações apresentadas. Clessiano, que não não possui antecedentes criminais,  foi condenado a 14 anos de prisão, sem direito ao regime semi-aberto, mas podendo recorrer a sentença.

Fonte: Extra de Rondônia

Texto e Foto: Matias Siqueira

 

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