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semusaA equipe da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (AGEVISA) e membros da Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA) realizaram na manhã desta quarta-feira, 11, uma coletiva de imprensa no auditório da prefeitura para apresentar o relatório preliminar a respeito do surto de H1N1 registrado em Vilhena.

De acordo com os estudos, o foco da doença é o município de Comodoro (MT), mais precisamente na comunidade indígena, que acabou buscando tratamento em Vilhena e trazendo consequentemente vírus para o município.

Mesmo com dados concretos em mãos e reconhecendo os casos, os profissionais da área da saúde afirmaram que isso não pode ser motivo de pânico por parte da população, e que todas as providências estão sendo tomadas para sanar o problema. De acordo com dados da AGEVISA, no estado de Rondônia, até o momento, foram registrados 65 casos suspeitos, dos quais nove foram confirmados. Vilhena (independentemente do município de origem do paciente os dados são relacionados ao município) teve 34 suspeitas, dos quais quatro foram positivos, e três pessoas morreram.

Os três únicos óbitos registrados em Rondônia por conta da doença aconteceram em Vilhena. Dois são indígenas de Comodoro, e um vilhenense. O número de casos suspeitos só é grande por conta do tempo que leva para o processamento do diagnóstico laboratorial. De acordo com a enfermeira da AGEVISA, Josefa Lourdes Ramos, o tempo de espera pode ser de até um mês.

A alternativa encontrada pelos profissionais para conter a proliferação do vírus é a conscientização. De acordo com o chefe do setor de endemias da SEMUSA, Paulo Cremasco, as pessoas devem cuidar da própria higiene, lavar as mãos constantemente, evitar a permanência em locais que tenha um grande número de pessoas, e aqueles que estiverem infectados devem ter a consciência e o bom senso de evitar estar próximo de pessoas.

VACINAÇÃO

Um dos principais focos abordados pelos profissionais foi a vacinação. A equipe da AGEVISA foi clara ao dizer que vacinar as pessoas está fora de cogitação, e que as unidades básicas devem estar atentas às entradas de pessoas com suspeita de H1N1. “Para isso temos o medicamento chamado Tamiflu, que combate o vírus”, explicou Josefa Ramos.

O período de vacinação é entre maio e abril. “É no inverno que o vírus se manifesta com maior intensidade. O protocolo elaborado pelo Ministério da Saúde é claro neste aspecto, e diz que a partir de agora é apenas a prevenção e medicação daqueles que estiverem contaminados, ou com a doença diagnosticada”, arrematou a enfermeira.

 

Fonte: Extra de Rondônia

Texto: Da Redação

Foto: Extra de Rondônia

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