jose rover1A violência registrada nos últimos meses  na cidade de Vilhena,  índices, jamais visto por essas bandas,  toma conta das conversas em mesa, do ambiente familiar, mas em todos os recantos da cidade. As soluções, até agora apresentada, se apresenta mais como hipocrisia política e demagogia populesca.

Já se começa a falar até em Guarda Municipal. Hipócritas! Essa atividade em nada combate a violência, além do impedimento, via constituição federal, de usar armas e sem quaisquer curso profissionalizante, tanto de  inteligência e de combate ao crime e a violência, no máximo poderão se fazer presente nos prédios públicos, praças, escolas municipais, como  única competência que lhes podem assumir. Se avistar um crime, roubo, assalto, brigas, seu papel nada mais será do que avisar a Polícia. Belo resultado.

O art. 144 da nossa Carta Magna assim dispõe: que a segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é  exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

Vilhena, registra-se nos últimos dez, quinze anos, resultou em dezenas de policiais militares seguindo para reserva, via aposentadoria, outras dezenas em procedimento de cursos de especialização nos mais diversos municípios do país e outras dezenas se mantém na atividade administrativa dentro da corporação. Policial na rua que é bom e necessário, cadê? Salvo engano, o número de policiais militares parece ser menor do que há dez, quinze anos atrás.

O prefeito Rover, autoridade maior do município, tem por dever, além de criar um plano municipal de segurança com projetos e ações encaminhadas ao Governo do Estado e ao Ministério da Justiça para obtenção de recursos, instalar câmeras monitoradas em pontos de maior criminalidade, adotar um plano estratégico de iluminação, visando dar maior segurança a pontos cruciais de circulação, principalmente nas áreas de bairros, revitalizar praças e jardins com a vigilância ostensiva e o mais importante, apoiar e incentivar a manutenção permanente de programas de combate às drogas, colaborando com os órgãos de segurança em todas as suas ações, e o mais importante, solicitar aumento efetivo de Polícia Civil e Militar ao Governo do Estado, fora isto, o combate à violência é pura demagogia e hipocrisia política.

Feito isto e caso o Governo do Estado não atue com a responsabilidade que lhe é devido, ou seja, aumentando o efetivo das polícias militar e civil, associado aos índices de registro de violência, o número reduzido de policiais militares e civis, o movimento da ruas pedindo segurança, a perfeita declaração objetiva da insuficiência de efetivos para preservação da ordem pública, da segurança das pessoas e do patrimônio público e particular,, resta ao ilustre prefeito, a decretação de calamidade pública e requerendo a intervenção na Polícia Militar pela Força Nacional. A vida dos Vilhenenses está acima de tudo. Basta mostrar que não é fraco e nem vencido.

 

Caetano Neto – Advogado

Presidente da Associação de Defesa dos Direitos da Cidadania -ADDC

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