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Sergio Mattos e a enfermeira enfermeira Álefe Oliveira no Extra de Rondônia
Sergio Mattos e a enfermeira enfermeira Álefe Oliveira no Extra de Rondônia

Com objetivo de esclarecer e alertar sobre os riscos e sintomas da tuberculose, está sendo realizado, durante toda semana em Vilhena, ações educativas com a população, como a distribuição de panfletos e esclarecimentos sobre a transmissão e exames que devem ser realizados para diagnosticar a doença.

As ações estão sendo realizadas na Unidade Básica Saúde Liro Hoesel, localizada no bairro Cristo Rei, pelos agentes de saúde, e são alusivas ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado nesta terça-feira, 24.

Em visita ao Extra de Rondônia, o titular da III Delegacia Regional de Saúde de Rondônia, Sergio Mattos acompanhado da enfermeira Álefe Oliveira, informou que em 2014 foram diagnosticados 686 novos casos de tuberculose no estado, e deste total 19 foram diagnosticados em Vilhena.

A enfermeira Juliana Maria Vicente, coordenadora do ambulatório municipal, onde é oferecido o tratamento e acompanhamento da doença, ressaltou a importância da ação, pois, apesar da doença ser antiga e ter cura, muitas pessoas ainda perdem a vida por causa da tuberculose.

De acordo Juliana, o grande problema da tuberculose é o fato dos pacientes abandonarem o tratamento. “O índice de abandono ainda é grande. Isso se deve porque o paciente já começa a se sentir melhor com dois meses de tratamento, que tem duração de seis meses”, explicou.

Juliana informa, ainda, que se o paciente interromper o tratamento antes do tempo correto, ele ganhará uma grande resistência aos medicamentos, que além de não ficar curado completamente, transmite a doença para outras pessoas.

A tosse seca por mais de 15 dias pode ser sintoma de tuberculose e que os pacientes com suspeita da doença devem fazer o teste do escarro, na policlínica João Luiz. “O diagnóstico e tratamento são feitos gratuitamente”, ressalta a coordenadora.

SOBRE A TUBERCULOSE

A tuberculose, doença curável e com tratamento gratuito, afeta, principalmente, os pulmões, existindo também na forma extrapulmonar (não contagiosa): ganglionar periférica, pleural, cutânea, oftálmica, renal, meníngea, entre outras, sendo transmitida pelo bacilo de Koch.

Texto: Extra de Rondônia

Foto: Divulgação

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