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confucioO Tribunal Regional Eleitoral suspendeu o julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral movida pelo Ministério Público Eleitoral contra o governador Confúcio Moura (PMDB) e seu vice, Daniel Pereira (PSB), por suposto abuso de poder econômico durante as eleições. O julgamento foi suspenso após a apresentação, durante a sessão, de três pedidos de vista do processo para melhor análise do caso pelos três magistrados solicitantes.

Nesta ação, Confúcio e Daniel são acusados de se beneficiarem de uma carreta do Hospital do Câncer adesivada com o slogan do “Governo da Cooperação” . O veículo teria percorrido vários postos de saúde com a propaganda governamental em pleno período eleitoral. Numa dessas paradas, o governador Confúcio Moura chegou a visitar o local e cumprimentou pacientes, o que configuraria, segundo a PRE, conduta vedada, por tratar-se de período eleitoral.

Também na mesma ação consta o caso da distribuição de comida na casa de shows Talismã, durante a convenção do PMDB que escolheu o nome de Confúcio para disputar a reeleição. Este caso já foi julgado em ação anterior movida pela coligação do segundo colocado nas eleições, Expedito Junior, e resultou na cassação do governador e seu vice.

Por isso, antes de suspender a sessão, o relator, desembargador Roosevelt Queiroz Costa, que presidiu o julgamento na ausência do desembargador-presidente Péricles Moreira Chagas, proferiu voto em análise preliminar pela improcedência desta denúncia por considerar que o mesmo caso já foi julgado e encontra-se em grau de recurso no Tribunal Superior Eleitoral.

A procuradoria Regional Eleitoral também aponta suposta coação de servuidores públicos comissionados durante a campanha eleitoral para comprarem convites de um jantar do PMDB cuja arrecadação destinou-se à campanha do governador.

Sobre uma suposta pressão nos ocupantes de cargos comissionados, a procuradoria Regional Eleitoral ressalta que o então candidato a vice-governador, Daniel Pereira, teria proposto ao prefeito de Porto Velho, Mauro Nazif , e Jesualdo Pires, de Ji-paraná, ambos do mesmo partido do vice, o PSB0, que adotassem o horário corrido nas repartições públicas para que assessores pudessem fazer campanha para Confúcio. O órgão denunciou ainda que Daniel teria dito, numa reunião, que os servidores comissionados que não fizessem campanha pela reeleição deveriam ser exonerados.

Autor: Tudorondonia

Foto: Divulgação

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