arma_revolver_assalto_calibre_38O advogado e ex-PM Marcos Rogerio de Carvalho, 44 anos, foi preso na manhã desta quarta-feira por policiais civis lotados no 1º DP em Porto Velho. Ex-policial militar ele estava foragido desde 2015, quando foi denunciado e condenado pelo estupro da própria filha, uma menina de 11 anos. A adolescente acabou engravidando.

Condenado pelo abuso a 18 anos de prisão, ele usava tornozeleira eletrônica quando fugiu e ficou escondido em um sítio no Ramal Joana Darc. Nesta quarta-feira planejava embarcar para Manicoré (AM). Os policiais chegaram ao criminoso após intensas investigações. A OAB acompanha a prisão, uma vez que mesmo condenado, o registro de Marcos Rogério permanece regula.

Condenado a 18 anos

O caso aconteceu em março de 2014, na casa do acusado, na Zona Leste da Capital. A menina tinha apenas 11 anos. De acordo com os autos do processo 0001355-05.2014.8.22.0701, que manteve a condenação de 18 anos, os pais da garota não conviviam juntos, ficando a mãe com a guarda, sendo que, aos finais de semana ficava sob a responsabilidade do pai. “Aproveitando-se das relações familiares, do momento e da oportunidade, no início do mês de março de 2014 ela encontrava-se na casa de seu pai, sozinha, oportunidade em que ele chegou e passou a tentar retirar sua roupa, tendo a filha resistido às investidas, ameaçando chamar a polícia caso ele continuasse com tais intentos.”

Segue a denúncia informando que o advogado jogou o celular da filha no chão e o quebrou. “Em seguida, colocou a mão no nariz da vítima com uma substância cheirando a álcool, o que a fez desmaiar. Ao perceber que ela não podia mais resistir às suas investidas, manteve conjunção carnal satisfazendo seus desejos lascivos e libidinosos.”

Ainda de acordo com a acusação, no dia seguinte, a criança acordou somente com a parte de cima da roupa, “suja de sangue e com as partes íntimas doendo. Ao indagar seu pai sobre a motivação que o levou a ter conjunção carnal com a própria filha, ele limitou-se a responder dizendo que não a via como filha e, por isso, não a respeitava. Ressalte-se que esta foi a primeira experiência sexual da criança. Em decorrência de tais atos, em meados de abril, a genitora descobriu que a filha estava grávida do apelante, atestando o médico que, no dia 25 de março de 2014, a vítima encontrava-se com gestação tópica de 7 semanas e 3 dias”.

 

Fonte: RONDONIAGORA

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