Sem apresentar respostas às reivindicações dos trabalhadores em educação, o governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), passou a intimidar os servidores em greve, cobrando a assinatura das folhas com os nomes dos funcionários que estariam participando do movimento.

A exigência está feita pelas Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), órgãos considerados estratégicos para o governo, pois, segundo denunciam os trabalhadores, abrigaria um grande número de servidores com indicações meramente política.

A medida gerou constrangimento na classe, abrindo espaço para polêmicas nas redes sociais.

Por sua vez, a greve dos trabalhadores em educação, que completa 41 dias, segue firme em todo o Estado.

Nesta segunda-feira, 02, os servidores se reuniram em suas regionais para deliberarem ações e estratégias do movimento durante esta semana.

Os manifestantes seguem com a paralisação, incluindo novas atividades como a doação de sangue em Vilhena e ocupação de espaços públicos.

O movimento grevista tem por objetivo pressionar o governo de Rondônia a negociar e aprovar as reivindicações da categoria. Entre as cobranças estão reposição salarial e o cumprimento do piso nacional.

 

Assembleia Legislativa

Nesta terça-feira, dia 03, haverá manifestação na Assembleia Legislativa, para garantir que os deputados cumpram o compromisso de trancar a pauta de votações. Na última semana, pelo menos 13 parlamentares assinaram um documento se comprometendo a não votar nenhuma matéria para forçar o governo do estado a apresentar proposta aos trabalhadores em educação.

 

Texto: Assessoria

Foto: Assessoria

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