O caso foi registrado na Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), do município de Colorado do Oeste.

De acordo com informações de familiares da vítima identificada como José Borges Pereira, de 56 anos, era alcoólico e morava sozinho. Porém, após uma bebedeira com um colega, teria passado mal e acabou morrendo. Entretanto, a polícia foi chamada e declarou que José teve morte natural a ser esclarecida.

Contudo, a vítima apesar de ter parentes na cidade, não possuía nenhum tipo de documento que o identifique. Com isso, para dar procedimento ao sepultamento, seria preciso esperar a identificação através das digitais,  que foi conseguido pela família, auxíliada por um datiloscopista que providenciou a identificação.

José faleceu no final da tarde de sábado, 7, e seu corpo estava no necrotério do hospital municipal e já exalava mal cheiro. Porém, faltava apenas à médica de plantão Tatiane Campos Brandão, fazer a declaração de óbito para a família providenciar o enterro.

Todavia, na madrugada de sábado para domingo, o homem que estava bebendo na companhia de José, passou mal e foi levado ao hospital, sendo atendido pela médica citada.

Quando atendia o paciente, a médica teria ouvido dele que havia tomado do mesmo veneno que José, dando a entender que o idoso tinha tomado veneno e não bebida alcoólica. Mas familiares da vítima disseram que o homem quis dizer que eles haviam tomado da bebida de pior marca que existe no mercado, ou seja, uma “cachaça” de péssima qualidade.

Após ouvir essa declaração do paciente, a médica se recusou a assinar o documento para liberação do corpo, pois havia segundo ela, suspeita de um crime. O corpo da vítima já estava a quase 20 horas esperando liberação e o odor já incomodava.

A médica teria pedido que a Polícia Técnica Científica de Vilhena fosse a Colorado para proceder os trabalhos de praxe para liberação do corpo, mas como não havia indícios de crime registrado na delegacia, estes se negaram.

O clima estava tenso entre a família do morto e a médica, com isso, houve a interferência do delegado, que após muita conversa, a declaração foi assinada e a funerária pode pegar o corpo e providenciar velório e sepultamento.

O Extra deixa espaço caso a médica citada queira fazer algum esclarecimento sobre o assunto.

Texto e Fotos: Extra de Rondônia

 

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