O advogado Newton Schramm, que representa a coligação “Trabalho, Respeito e Verdade JÁ!”, contestou as acusações de irregularidades na convenção que confirmou a candidatura de Eduardo “Japonês” (PV) e Maria José da Farmácia (PV), como candidatos a prefeito e vice, na eleição suplementar em Vilhena. Leia AQUI

Ele, juntamente com seu colega Nelson Canedo, de Porto Velho, protocolou pedido de impugnação contra a candidata Rosani Donadon (MDB).

Com relação ao primeiro caso, Schramm disse que o pedido de impugnação de seus concorrentes sequer será analisado pelo juiz, já que eles não têm o direito legal de questionar documentos internos da coligação.

“O processo não interfere em nada na eleição e tem interesse apenas em produzir marketing negativo contra Japonês, mesmo que infundado, e em ‘igualar’ a candidatura impugnada de Rosani à de Eduardo”, analisa.

Ele diz ainda que  “o número de convencionais na ata não representa nenhuma ameaça a Eduardo e Maria José. A convenção foi realizada da forma correta, filmada e documentada apropriadamente”.

PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO

Na peça , os advogados entendem que a jurisprudência pátria é mansa e pacifica no sentido de proibir que candidato que deu causa à nulidade da eleição participe do novo pleito.  “Pasmem, no citado pleito suplementar, a mesma candidata [referindo-se a Rosani] que deu causa dolosamente à nulidade do   pleito originário, sabedora de que não poderá participar da nova eleição que esta sendo realizada […] postulou pelo registro de sua candidatura, visando unicamente  anular novamente o pleito eleitoral, caso remotamente consiga galgar vitória nas urnas”, salientaram os advogados signatários.

 

Texto: Extra de Rondônia

Foto: Extra de Rondônia

 

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