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Um funcionário da Funerária São Matheus de Vilhena, denunciada por familiares da vítima Francisco de Assis Oliveira, de 53 anos, morto após se envolver em um acidente de trânsito, de ter furtado o corpo do necrotério do Hospital Regional de Vilhena, na noite de domingo, 27, falou com a reportagem do Extra de Rondônia e esclareceu os fatos.

De acordo com o funcionário Roberto Schuler Iachinski, uma irmã da vítima, que reside na cidade de Cacoal entrou em contato com a funerária e negociou os trabalhos, inclusive o translado do corpo para a referida cidade.

Diante dos fatos, o corpo foi removido do hospital, até porque a autopsia é realizada na própria funerária, uma vez que o IML do Hospital Regional não possui sala para tal feito.

Porém, outros parentes da vítima, que residem em Vilhena, não concordaram com a negociação realizada pela irmã e desfizeram o negócio, sendo o corpo devolvido para o hospital para que fosse removido por outra funerária, que realizará o translado para Cacoal da mesma forma.

Ainda de acordo com Roberto, as funerárias de Vilhena seguem uma tabela de plantões, não sendo permitida a remoção de corpos por uma que não esteja na escala sem que seja requerido pela família.

Texto e foto: Extra de Rondônia

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