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Presídio de Colorado/Foto: Extra de Rondônia

Na tarde desta terça-feira, 19, a reportagem do Extra de Rondônia recebeu uma denúncia partida de um internauta, dando conta de que dois soldados da tropa do Tiro de Guerra (TG) de Colorado haviam se ferido durante uma revista realizada na manhã de segunda, 18, no presídio de Colorado.

Segundo o denunciante, o mesmo teve conhecimento da existência de uma ocorrência da unidade, onde narrava que cerca de 20 soldados tinham sido convocados para auxiliar a Polícia Militar e os próprios agentes penitenciários em uma revista minuciosa na unidade e que durante as buscas, dois soldados se cortaram com lâminas que são deixadas de propósito pelos presos em meio seus pertences, a fim de ferir os servidores e infectá-los com doenças transmissíveis.

Diante da gravidade da denúncia, a reportagem do site entrou em contato com Luciandro Pereira, diretor do referido presídio, que negou ter conhecimento sobre as informações fornecidas pelo  denunciante.

De acordo com Luciandro, de fato o recrutas do TG, que estão em formação em diversas áreas de atuação relacionadas à segurança, foram convidados para conhecerem a realidade vivida pelos agentes, não havendo em nenhum momento, convocação por parte da unidade e nem do comando da Polícia Militar.

Ainda segundo Luciandro, antes dos soldados entrarem na unidade prisional, todos os presos foram isolados de forma que não oferecessem riscos ao recrutas durante a visita e que o processo de revista foi uma instrução, que anteriormente, foi repassada em detalhes, realmente para evitar a acidentes.

Após relatar que não teve conhecimento de que algum dos jovens tenha se ferido, o diretor negou também, ter conhecimento sobre tal registro de ocorrência.

“O que ocorreu de fato, foi apenas um convite aos atiradores do TG para vivenciarem essa experiência, que hoje é partilhada pelos militares, porém, apesar de desconhecer a informação de que algum dos garotos tenha se ferido, irei averiguar com toda certeza’, relatou Luciandro.

Quanto ao fato de que os presos possam deixar objetos cortantes em meio seus pertences para ferir os agentes, o diretor afirmou também não ser verdade, uma vez que os kits de higiene pessoal são fornecidos pelo Estado e todos os aparelhos de barbear são devolvidos inteiros para serem descartados pelos próprios agentes.

 

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