Gol do Vilhenense no início do primeiro tempo / Foto: Extra de Rondônia

Motivado pelo Extra de Rondônia, o vice-presidente da Federação de Futebol do Estado de Rondônia (FEER), Natal Pimenta Jacob, que prestigiou a final do rondoniense entre as equipes do Vilhenense e Ji-Paraná, se manifestou a respeito do lance duvidoso que provocou o gol do Ji-Paraná e o acréscimo de 15 minutos autorizado pelo árbitro Jonathan Antero, fato inédito no futebol rondoniense.

O jogo, que ficou em 1 a 1 e resultou com o Vilhenense sendo campeão do certame esportivo, ocorreu na tarde deste sábado, 27, no estádio Arnaldo Lopes Martins, na cidade de Vilhena (leia AQUI).

GOL POLÊMICO

Para Natalzinho, como é conhecido, em função do ângulo, as imagens de TV não deixam claro se a bola atravessou a linha do gol.

“Minha opinião, como vice-presidente da Federação, é que o gol é duvidoso. Vamos aguardar para analisar se verdadeiramente a bola entrou ou não. Mas o árbitro não tem a culpa. Quem confirmou o gol foi a bandeirinha Márcia Caetano. E se, nesse caso, houve erro, a culpa tem que ser atribuída à bandeirinha. Eu vi as imagens, e a minha opinião é que não houve gol”, disse o dirigente da FEER.

ACRÉSCIMO DE 15 MINUTOS

Natalzinho, vice-presidente do FEER / Foto: Extra de Rondônia

Sobre este assunto, Natalzinho garante que o árbitro Jonathan Antero cumpriu o regulamento.

“Pela lógica, o árbitro foi um cara muito corajoso. Mas ele cumpriu o regulamento, que diz que a cada substituição se dá 30 segundos. Foram cinco substituições. Ele tem essa liberdade”, avalia.

REPRESENTAÇÃO NA FEDERAÇÃO

Natalzinho explicou que a FEER age quando é solicitada através de requerimentos apresentados pelos times que se dizem prejudicados nos jogos.

“O time, supostamente  prejudicado,  tem  que representar o adversário no  prazo  de  72h junto  à FEER,  que  encaminhará o caso ao  Tribunal  de  Justiça Desportiva. O grande erro dos clubes de futebol é que, garantindo que foram prejudicados, não apresentam documentos e recorrem, pedindo providências. A FEER só se manifesta através de documento. Muitos dos clubes não sabem dos seus direitos”, encerrou.