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Faiçal Akkari / Foto: Extra de Rondônia

O diretor administrativo do Hospital Regional (HR) de Vilhena, Faiçal Akkari, recebeu a reportagem do Extra de Rondônia para comentar o caso da prisão do médico Charles Novaes foi preso na noite de sexta-feira, 7, acusado de cobrar por procedimentos de exame (Ecocardiograma) dentro da unidade de saúde (leia AQUI).

Faiçal disse que acompanhou todo o procedimento desde a chegada da Polícia Militar ao HR e lamentou o episódio.

“Ele irá responder a três situações: as sindicâncias no município e no Conselho Regional de Medicina (CRM), e ainda na justiça comum. A unidade hospitalar agiu conforme o protocolo. Olhamos isso com bastante tristeza, por ele ser um profissional, cardiologista, com especialidade, que é difícil de conseguir. É um profissional a menos”, analisou.

MÁQUINA DE ECOCARDIOGRAMA

Faiçal também comentou o caso da máquina de ecocadiograma que está guardada dentro do HR desde fevereiro, conquistada através de emenda parlamentar e solicitada pelo vereador Rogério Golfetto (leia AQUI). Ele disse que, em máximo, 60 dias, o aparelho estará em funcionamento.

“Recebemos o aparelho em fevereiro, só que estamos com dificuldade com a instalação. Como o Hospital Regional está em reforma, tudo vai mudar de local. Não é um aparelho portátil e, se a instalação não for em definitivo, o prejuízo é muito grande. Ele é novo, bem acondicionado, e está num local adequado; não há problema nenhum com o aparelho. Nós acreditamos que com a mudança que há na unidade, temos condições de colocar para funcionar dentro de 60 dias”, informou.

PROCEDIMENTOS

O diretor disse, por outro lado, que o profissional que está à disposição do HR não pode, em hipótese alguma, cobrar pelo serviço.

E, ainda, observou que, caso um paciente que está dentro do HR, precise de exames, esta se fará por solicitação da família e análise da direção.  “O risco de um paciente entubado sair do leito para fazer um exame lá fora é grande. Então, temos uma prerrogativa dentro da unidade: o médico que vem de fora, com o aparelho portátil e não estando em dia de trabalho da unidade, é liberado pela concordância da família e o bem do paciente. O que nós fazemos aqui no HR é cuidar de pessoas. Fazemos o que é bom para o paciente”, encerrou.

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