Coluna escrita por Sérgio Pires: Foto: Ilustração

Foi um show de brasilidade. Foi um chute daqueles, com coturno, na canela dos que gostariam de ver nossa Amazônia em mãos estrangeiras. Foi uma série de anúncios de mudanças radicais ao entreguismo defendido pela esquerda, por seus representantes que aparelharam o Estado brasileiro e pelas ONGs, a grande maioria vivendo em função dos interesses dos seus patrões no exterior.

Houve também denúncias graves, como a que trouxe a público mais uma maracutaia do ex presidente Lula, que autorizou, via decreto secreto, que uma grande multinacional canadense, pudesse explorar, sem concorrência e de forma muito escondida, o potássio no Rio Madeira, aqui mesmo na nossa Rondônia. O presidente Jair Bolsonaro aproveitou sua estada a Manaus, na reunião da Suframa, para falar sobre tudo isso e muito mais.

Garantiu o asfaltamento da BR 319, entre Porto Velho e Manaus, enfrentando a ira do aparelho estatal montado pelo petismo, com apoio das ONGS e ambientalistas, incluindo-se aí aqueles que apitam sobre nossa região, mas que vivem no ar condicionado, à beira mar, principalmente no Rio de Janeiro. Avisou que a rodovia vai sim estar aberta e asfaltada até o final do seu governo.

Cometeu outro pecado mortal, sob os olhos dos que, na verdade, estão preocupados é consigo mesmos e suas ideologias e não com os índios, que morrem de várias doenças, além de, muitos deles, viverem famintos, embora sentados em cima de minas de diamantes, ouro e outros metais que poderiam dar-lhes uma vida digna. Pois Bolsonaro avisou: em seu governo, vai liberar os garimpos em terras indígenas, controlados pelo Estado e com fiscalização real, não a fictícia, que existe hoje e que facilita a vida é dos contrabandistas.

Acabou a era da mentira, do engodo, a defesa dos grandes interesses internacionais na Amazônia; da ideologia da derrota, da destruição, da roubalheira. O Brasil entra em nova era, embora os derrotados, eivados de sentimentos que nada têm a ver com os reais interesses do povo brasileiro, estejam usando de todos os meios para tentar a volta do atraso.

A grande mídia, dominada ainda por ideólogos de um Brasil cada vez pior, mente, inventa, cria factoides, vai à cidade Natal do Presidente para mostrar pessoas que estariam passando fome e depois tem que passar vergonha, pois essas mesmas pessoas desmentiram todas as informações publicadas. Aqui na região as coisas também estão mudando. O Brasil começa a ser gerido por brasileiros de verde e amarelo.

Nosso Presidente não faz e não fará acordos secretos com empresas estrangeiras para explorar nossas riquezas. É outro Brasil. Vamos começar a nos recuperar da tragédia que se abateu sobre nós nos últimos 20 anos. Não será uma luta fácil, mas, do jeito que o novo governo está agindo, vamos conseguir sim.

IMPORTANTE PARA A VIDA E PARA A INDÚSTRIA

O contrato secreto assinado por Lula, quando Presidente da República,  não tem mais validade, por decisão de Jair Bolsonaro.  Não há mais detalhes sobre o assunto, mas ao que tudo indica, a exploração seria feita no Rio Madeira através de um sistema também nada claro. Não se sabe ainda se havia alguma informação sobre o negócio escuso, de parte do Governo do Estado. O Potássio, abundante por aqui,  é um elemento químico que possui extrema importância para o nosso organismo, principalmente na manutenção  das células.

Pertence ao grupo dos metais alcalinos. E a sua distribuição eletrônica possui quatro camadas. É extremamente  reativo com a água e tem alta tendência a oxidação quando exposto ao ar. É considerado um  metal  bastante maleável e leve. Quando em contato com água se inflama espontaneamente liberando gás hidrogênio.  A presença do íon potássio no interior das células possibilita a transmissão de impulsos nervosos, a absorção de açúcares e a respiração.

Sua falta no nosso organismo pode desencadear problemas como: acne, prisão de ventre, cãibras, fraqueza muscular, entre outros. Uma alimentação que contenha a quantidade suficiente e necessária de potássio, pode inclusive reduzir os danos do excesso de sal ingerido. O potássio é o sétimo elemento mais abundante na crosta terrestre. Possui diversas aplicações na indústria: na produção de cremes de barbear, na fabricação de pólvora (na forma de nitrato), do  potássio granular está, hoje, perto de 890 reais a tonelada. Na Ásia o preço pode chegar a 900 reais a tonelada.  Não se sabe como nossa riqueza seria explorada e quem lucraria com ela. Num contrato secreto, a população é que não ganharia nada…

ANDA O PROJETO DA DUPLICAÇÃO DA 364

A duplicação da BR 364 entrará mesmo na pauta a partir deste segundo semestre. O Ministério dos Transportes está estudando formas de começar a tratar da obra, através de um sistema de concessões, nos 810 quilômetros desde Comodoro, no Mato Grosso até Porto Velho. A ideia inicial é fatiar a obra em oito trechos de 100 quilômetros, com postos de pedágio em cada um desses trechos, ou seja, teríamos outras praças de cobrança aos motoristas, desde Comodoro até a capital rondoniense.

Por enquanto, é esse o estudo que está em andamento. Orçada em mais de 8 bilhões e 200 milhões de reais, a divisão da obra em trechos menores seria a única forma de torná-la viável, segundo os estudos iniciais, já que para realizar toda a duplicação no trecho, por uma ou duas empresas apenas, não haveria viabilidade econômica, na medida em que o custo é muito alto e o número de veículos que transitam entre as duas pontas não cobriria, num curto prazo, todos os custos feitos.

Traduzindo para o palavreado da economia, o pedágio custaria tão caro que também inviabilizaria uma viagem de ponta a ponta. Com o fatiamento, torna-se possível que a obra ande. Logo que se retome os trabalhos no Congresso, a bancada federal começa a se mobilizar para que, além da manutenção,  a duplicação da BR 364 também se torne prioridade para o governo federal.

DESEMPREGO: 22 ANOS PELA FRENTE

Em junho, o país criou perto de 500 mil empregos com carteira assinada. Nesse ritmo, se o crescimento for o mesmo e não aumentar mais o desemprego, levaremos mais ou menos 22 anos para absorver, no mercado, todos os brasileiros que hoje estão sem trabalho. Nada menos do que 22 anos ou 264 meses. A verdade é que o Brasil precisa de criatividade e de uma injeção de criatividade imediata, unindo esforços da iniciativa privada e dos governos, nos três níveis, para buscar uma solução que faça cair, o mais rápido possível, toda essa multidão de brasileiros, desesperados por estarem no desemprego, alguns há anos.

A economia fictícia, tipo abrigo ilusório dos viajantes, como relatava o escritor e poeta Raimundo Corrêa. Num dos seus mais conhecidos contos, não há espaço para mudar o triste quadro atual. Quem sabe um pacto entre governos e empresas, diminuindo um pouquinho a carga tributária, em troca de que cada empresa brasileira contratasse um, apenas um desempregado, já não abriria  milhões de postos de trabalho. Por que não? Numa situação dessas, de emergência, qualquer ação, mesmo que pareça simplória, pode amenizar o quadro.

Esperar que a macro economia reaja para falar em menos desemprego é uma linguagem técnica e desumana. O combate ao desemprego, aliás, não teve até agora nenhuma ação concreta e objetiva do governo Bolsonaro. No restante e no geral, está indo bem. Mas nessa questão, está devendo muito.

FURTO NA MESA DE TRABALHO

Se a moda pega, os servidores públicos vão ter que começar a ter cuidados redobrados, inclusive dentro das suas repartições, porque até nelas os ladrões estão agindo livremente. Nessa semana, um servidor do Tudo Aqui, que antes era Shopping Cidadão, deixou sua mesa de trabalho por menos de meia hora. Quando voltou, o telefone celular que estava carregando, simplesmente foi furtado. Dentro do órgão e numa área que deveria ser inacessível ao público.

O furto aconteceu muito cedo, de manhã, quando recém as portas haviam sido abertas. Como não há vigias além dos dois andares onde o público tem acesso, não há qualquer pista sobre quem levou o aparelho. Pior ainda, o Tudo Aqui não tem câmeras de vigilância. Aliás, não as tem desde meados do segundo mandato de Confúcio Moura. Jamais foram colocadas novamente. Todos os dias, o Tudo Aqui recebe milhares de pessoas, porque ali estão concentrados vários serviços importantes.

Em alguns momentos, o volume de gente sendo atendida ou esperando nas filas é enorme e, claro, não há como vigiar tudo. Sem câmeras, qualquer coisa errada que lá aconteça, não tem qualquer registro. O funcionário que foi roubado na sua mesa de trabalho registrou a ocorrência na Delegacia Interativa do próprio Tudo Aqui. Não tem qualquer esperança de recuperar seu bem,  levado pelos ladrões.

FESTA ANTIGA, PREÇO NOVO

Vai começar. Nessa sexta, começa a primeira edição do Arraial Flor do Maracujá do atual governo. E começa muito diferente dos anteriores, com custo muito menor aos cofres públicos e com a previsão de receber um público, nos dez dias em que se realizará, de mais de 200 mil pessoas. Grupos de Quadrilhas e Bois Bumbás vão receber, também numa iniciativa inédita, investimentos e patrocínio vindos da iniciativa privada.

A maior receita virá dos cofres da Energisa, a nova empresa de energia elétrica do Estado. Foram reduzidos ao mínimo, os valores cobrados dos ambulantes, dos restaurantes e do parque de diversão. Com isso, os preços a serem cobrados do público vão despencar. O acordo feito com a Sujucel, a secretaria que reorganizou tudo no Arraial, é que os comerciantes que vão vender comida, por exemplo, pratiquem os preços do comércio comum da cidade.

Os brinquedos, onde milhares de crianças vão se divertir terão preço único de 3 reais. Nunca se viu isso na longa história do Flor do Maracujá, O comum era a grita geral do povão, explorado com preços absurdos e proibitivos. Tudo está transformado. Espera-se que o público prestigie e lote o Parque dos Tanques todas as noites. Quem for, certamente não vai se arrepender. Ate porque terá seu bolso poupado, dessa vez.

DUAS DÉCADAS DE AVANÇOS

Do que a história testemunhou do que deu certo em Rondônia, sem dúvida a Agência Idaron tem obrigação em estar em qualquer relação séria. Quando foi criada há 20 anos atrás, o rebanho rondoniense crescia, mas então sob a suspeita de risco desconhecido, em relação à febre aftosa. Nessas duas décadas, a Idaron foi vital para a mudança no perfil da qualidade o nosso gado, hoje completamente livre de qualquer risco da doença e muito perto de termos um rebanho de mais de 14 milhões de cabeças, considerado como com risco zero da aftosa, sem vacinação.

Nossa carne, que já é considerada entre as melhores do país, passará a um novo patamar de aceitação no mercado internacional, com preço muito maior do que é comercializada atualmente. Quando a Idaron foi criada, nossas maiores exportações eram de madeira, chegando a cerca de 62 milhões de dólares. Com o advento da pecuária, cada vez maior e mais forte, nosso pacote de negócios com o exterior já chega a 1 bilhão de dólares/ano. A Idaron tem muito a ver com esse enorme crescimento. Merece, pois, comemorar seus 20 anos de avanço e conquistas em nosso Estado.

PERGUNTINHA

Que outros contratos secretos terá feito o ex Presidente Lula, com organizações estrangeiras, para exploração de riquezas na nossa Amazônia, além do que acertou com os canadenses para explorar potássio no rio Madeira?

 

sicoob

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