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Delegado de Polícia Civil, Fabio Campos / Foto: Extra de Rondônia

O Delegado Regional da Polícia Civil, Fabio Campos, realizou na manhã desta segunda-feira, 12, uma coletiva de imprensa para relatar detalhes do caso do policial militar Gilberto Santos Passos, de 39 anos, morto a tiros na última quarta-feira, 07, no setor 13, em Vilhena (leia AQUI).

O Delegado disse que Gilmar Passos, irmão do policial, mandou um áudio ameaçador pelo aplicativo WhastApp a Cledivaldo para desocupar seu terreno. Porém, este, também em áudio, respondeu que não sairia do local e resolveria isso até o fim do mundo.

Com isso, no dia do crime, Gilmar, o policial e um tio foram à procura de Cledivaldo Ferreira que estava em companhia do seu irmão, identificado como Sandro Ferreira. Todos se encontraram no terreno e a confusão começou.

Cledivaldo sacou a arma e, logo em seguida, Passos também sacou sua arma e anunciou ser policial. Contudo, ninguém disparou de imediato.

O Delegado disse que Cledivaldo, ao apresentar sua versão dos fatos, afirmou que o grupo envolvido na confusão caminhava pela rua, momento em que teria se sentido de alguma forma coagido e acabou disparando contra o cabo da PM; o projétil teria atingido uma artéria no pescoço do policial.

policial militar Gilberto Santos Passos assassinado a tiros / Foto: Extra de Rondônia

Explicou ainda, que Sandro, irmão de Cledivaldo, é acusado de ter acertado um soco contra o policial pelas costas, e o disparo aconteceu quando a vítima estava no chão.  Após ser atingido, o policial reagiu e disparou contra Cledivaldo, que ficou ferido.

Sandro, porém, nega que tenha dado o soco em Passos. Alega que tentava acalmar os ânimos durante a discussão, que a arma do autor do homicídio era um revólver calibre 38 e que disparou mais quatro vezes contra a vítima.

Conforme as investigações, o Delegado ressaltou que Cledivaldo tinha mais seis munições intactas consigo, o que já havia sido confirmado por policiais militares que estavam na operação para capturar os dois irmãos.

Campos finalizou dizendo que o Instituto Médico Legal vai apontar a causa da morte do policial num procedimento que está em fase de conclusão. Os dois irmãos continuam presos e serão indiciados por homicídio qualificado.

 

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