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Alunos conheceram estrutura, funcionamento e cursos da Fimca / Foto: Divulgação

Na última quinta-feira 05, a turma do terceiro ano do colégio Marechal Rondon fez uma visita a Faculdade Fimca Vilhena para conhecer a instituição, sua estrutura e os cursos ofertados. 

Durante a visita conduzida pela equipe da unidade – direção, coordenadores de curso, professores e alunos – os estudantes tiveram a oportunidade de ver como funcionam os laboratórios e a dinâmica das salas de aula.

Foram feitas demonstrações nos laboratórios de física experimental, de ensaio de resistências, de informática e concreto,  que servem para as atividades de ensino, pesquisa, extensão e por continuidade a comunidade local.  

A professora e também coordenadora do núcleo de ciências exatas, Ana Carolina Lacerda, apresentou o laboratório de informática, e compartilhou com os estudantes a importância dos softwares utilizados nas disciplinas de desenho técnico e modelos digitais nas engenharias.

A educadora explicou que hoje em dia é praticamente impossível executar um projeto de engenharia sem o auxílio de algum software, e como a Fimca Vilhena sempre busca preparar seus alunos para o mercado de trabalho, disponibiliza os programas de AutoCAD, Revit e SketchUp de maneira a facilitar a elaboração de projetos mais detalhados e realistas em 2D e modelagem 3D.

No laboratório de física experimental foi realizado, pelo professor Ernani Marco Rodrigues, alguns experimentos relacionados à transformação de energia a fim de provar que a energia não pode ser criada, mas transformada de um tipo em outro, como por exemplo, em uma usina hidrelétrica onde a energia potencial de uma queda d’água se transforma em energia cinética ao mover as turbinas para geração de energia elétrica.

Além disso, foram ensinados os tipos de dilatação térmica linear, grandeza que se torna de grande importância na engenharia ao considerar a variação de dimensão que as construções podem sofrer de acordo com a temperatura do local onde são construídas. Por fim foi apresentado o gerador eletrostático de correia que simula os três processos de eletrização dos corpos conhecidos como atrito, contato e indução.

Em seguida, no laboratório de ensaio de resistências os alunos aprenderam junto ao professor Felipe Miguel, ensaios de identificação de solos – por exemplo: análises de limites de consistência, liquidez e plasticidade – de modo a compreender e determinar parâmetros de resistência e deformabilidade dos mesmos, uma vez que é um passo indispensável para qualquer análise da estabilidade das obras civis.

A visita foi encerrada no laboratório de concreto, em que os alunos puderam ver de perto a mistura de criatividade e mão na massa, em um ambiente que funciona como um grande canteiro em obras, construído e descontruído de acordo com as demandas e pautas das disciplinas e práticas externas.

O aluno Fagner Borges do 6° período de engenharia civil falou um pouco sobre a experiência de fazer um gabarito, que é a marcação da moldura e dos espaços do imóvel a ser construído, durante a disciplina ministrada pelo professor Felipe Miguel.

Laboratório de informática / Foto: Divulgação
Laboratório de concreto / Foto: Divulgação
Visita ocorreu na quinta-feira / Foto: Divulgação
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