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Coluna escrita por Humberto Lago/Foto: Extra de Rondônia

Gostaria de perguntar a você que é um empresário: Quais suas prioridades para o ano de 2020? Será a redução de custos e despesas para enfrentar a depressão do mercado? Ou será investir no crescimento dos negócios porque sua empresa é competitiva? Existe algum projeto voltado para a capacitação pessoal ou ele virá somente após a aprovação das reformas?

Em São Paulo está localizado um dos maiores, mais conceituados, mais sólidos e bem sucedido grupo empresarial privado do país. Ele atua no agronegócio e bioenergia, envolvendo tanto a produção como industrialização de produtos, os quais são comercializados tanto no país quanto no exterior.

Há alguns dias estava lendo seu último relatório, o qual continha cerca de 15 páginas. Ali estava descrito o resultado final de um ano de trabalho. Muita informação sobre produtos e seu desempenho, altos e baixos do mercado, problemas enfrentados e os avanços conquistados, apesar das turbulências habituais.

No relatório estavam descritas, com admirável clareza e objetividade, algumas das estratégias adotadas pela diretoria no exercício findo. Ali estavam listadas as prioridades desta empresa do grupo, a qual pertence 50% a um grupo local e os outros 50% a uma multinacional, cujos balanços são auditados e certificados por uma reconhecida empresa de consultoria.

Para que você tenha uma ideia, esta empresa possui 29.000 empregados. Entre as prioridades da diretoria constava o desenvolvimento dos recursos humanos, através de vários projetos. Objetivando a capacitação de seus colaboradores, a empresa decidiu reestruturar, no ano de 2018, sua Universidade com o objetivo especial de promover o desenvolvimento efetivo e profissional de seu pessoal!

A leitura deste relatório deveria ser obrigatória para todos que tem a visão e o sonho de avançar a passos largos rumo a um futuro repleto de oportunidades, apesar das incertezas e crises. Quando muitos procuram reduzir os custos/despesas, aquela organização optou por investir no negócio e no desenvolvimento de seus funcionários, porque convicta de que pessoas preparadas produzirão resultados superiores.

Há alguns anos atrás, algumas pessoas estavam trabalhando no escritório. Alguém bate à porta e as convida a iniciar um negócio conjunto, em igualdade de condições (50%+50%). Seu futuro sócio não é uma firma qualquer, mas uma das maiores multinacionais do mundo. O mesmo poderá ocorrer com sua empresa, se ela tiver expertise, conteúdo, ética, valores, pessoas competentes e uma visão otimista. Como dito acima, hoje esta empresa emprega 29.000 brasileiros.

Neste mês de Setembro comemoramos a independência do Brasil. O país precisa agora de civismo empresarial, que produza talentos e abra mercados, que gere investimento e riqueza. Eu creio nisso.

 

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