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Sessão da Câmara de Vilhena / Foto: Extra de Rondônia

Justamente no Dia do Professor (15 de outubro), classe de trabalhadores que mesmo com sua demasiada importância social recebe salários aviltantes, o Poder Legislativo de Vilhena resolveu, em sessão ordinária, dar um agrado ao funcionalismo da Casa, aprovando projeto de resolução que elevou o valor do auxílio-alimentação de R$ 700,00 para R$ 1.000,00.

A medida foi justificada pelo presidente do Parlamento, Ronildo Macedo (PV), como uma maneira de valorizar e prestigiar os servidores, algo certamente justo, mas acabou sendo atacada por muita gente em redes sociais.

O entendimento é que o Parlamento deveria ser mais incisivo junto ao Executivo na defesa de melhorias para o funcionalismo municipal.

O projeto recebeu apoio unânime dos vereadores, porém ninguém fez uso da palavra para traçar um paralelo entre a atitude do presidente e a do Chefe do Executivo no que diz respeito a dar suporte a quem realmente faz as instituições funcionarem.

Na sessão, os professores até que foram lembrados pelo seu dia, tendo Valdete Savaris como representante da classe no parlamento, mas na verdade os vereadores não se atentaram para a contradição de se discursar para uma categoria de trabalhadores, mas promover ação prática positiva para outra.

Vilhenenses revoltados nas redes sociais avaliam que neste momento em que o Executivo municipal está em rota de colisão com o funcionalismo em virtude da controvérsia a respeito da implantação do PCCS prometido pelo prefeito (leia AQUI), os vereadores deveriam lutar pelas reivindicações da categoria como um todo.

O aumento do auxílio-alimentação dos funcionários da Câmara de Vereadores de Vilhena passa a vigorar a partir de primeiro de janeiro de 2020, curiosamente no período de recesso e coincidentemente um ano eleitoral. Porém, o benefício não se estende aos parlamentares.

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