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Coluna escrita por Humberto Lago/Foto: Extra de Rondônia

Uma de nossas empresas de transporte rodoviário está experimentando, em 2019, um bom ano.

Neste caso, um bom ano não significa aumento expressivo de receitas, mas é decorrente da ocupação racional da frota, da maior eficiência na gestão dos recursos materiais, do controle efetivo de seus custos e despesas.

A área de vendas está fazendo um bom trabalho; as margens operacionais estão adequadas. Diz-se que neste ramo, ou você cresce ou diminui. Ou seja, sua participação o mercado nunca permanece estável.

A experiência tem mostrado que algumas empresas são conduzidas pelas forças de mercados e/ou pelo brilho de alguns concorrentes. Bom seria se todas as nossas empresas fossem conduzidas com firmeza, rumo à obtenção dos resultados projetados.

Na atividade econômica, fica evidenciada a crescente importância da logística como uma ferramenta fundamental no avanço dos negócios. É gratificante ver a inteligência humana sendo aplicada na concepção de políticas comerciais e criação de estratégias mercadológicas. As decisões da gerência devem ser rápidas, precisas e orientadas para resultados. Em época de crise, é imperioso aumentar o giro dos ativos e fugir dos erros. Às vezes ser apenas bom, na gestão operacional, é insuficiente. Você precisa ir bem além disso.

Todos precisamos combater: a capacidade ociosa; os altos estoques; as perdas e retrabalhos; a falta de padrões operacionais; a ineficiência interna. Mesmo em mercados deprimidos, sempre há oportunidades de aumento de receitas. Uma análise de novos projetos é capaz de identificar oportunidades interessantes.

É necessário ser inovador e dinâmico. Não se pode ser inflexível nem insensível na busca das margens operacionais, mesmo que alguns concorrentes trabalhem com preços incorretos. Adotar providências no presente, que comprometam o futuro de sua empresa, é insensatez e irresponsabilidade.

Perguntas que costumam vir à mente dos nossos administradores: Quanto vale minha empresa? Qual o retorno ideal para meu tipo de negócios? Até que ponto posso acompanhar os preços de meu principal concorrente? Qual o montante adicional de receitas que preciso ter para conseguir baixar meus preços em 10% ?

Capacitação, eficiência, competitividade, dinamismo e lucratividade são palavras bonitas, porém difíceis de serem alcançadas. Se suas competências não forem melhores do que as de seus competidores, talvez você deva se preparar melhor ou então mudar de ramo. A sustentabilidade dos negócios vem, em parte, pela competitividade, logística e bom gerenciamento. Eu creio nisso.

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