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Ronildo Macedo, presidente da Câmara de Vilhena / Foto: Divulgação

Na sessão da noite desta terça-feira, 12, da Câmara de Vereadores de Vilhena, o presidente Ronildo Macedo (PV) usou a palavra para destacar a política de austeridade adotada pela atual legislatura, que em três anos conseguiu economizar cerca de R$ 6 milhões.

Parte deste montante foi aplicado na construção do prédio novo do Poder Legislativo, deixou saldo para compra de mobiliário, e neste ano haverá considerável devolução de recursos ao Executivo, como ele detalhou na manhã desta quarta-feira, 13, com exclusividade ao Extra de Rondônia.

Ele informou que em dezembro (ainda sem dia definido), a Câmara vai encaminhar a prefeitura quase R$ 2,2 milhões para investimentos em setores vitais da administração.

Segundo Ronildo, a política de enxugamento de despesas foi uma decisão de todo o grupo de vereadores, que “entendem que o compromisso do Legislativo não é com uma, duas ou mil pessoas apenas, mas sim com os cem mil habitantes de Vilhena, e que nosso trabalho não pode ser direcionado para determinados grupos em detrimento de outros”.

Ele explica que tal política começou durante a gestão de Adilson de Oliveira (PSDB), que cortou gastos desnecessários e reorganizou as finanças da Casa de Leis, postura que tem procurado manter desde sua posse, no início do ano.

“E o resultado é o que se vê agora, com a construção do novo prédio, que não é dos vereadores e sim da população de Vilhena, com as contas em dia e com a devolução deste volume de recursos ao Executivo”, ressalta.

Além da conclusão da obra, há dinheiro em caixa para mobiliar e equipar as novas instalações, e houve aquisição de equipamentos importantes a fim de possibilitar a execução das ações do Legislativo. “Uma das missões desta legislatura era mostrar aos vilhenenses que era possível conduzir as finanças da Câmara com austeridade e eficiência, sem prejudicar o trabalho dos vereadores, e tenho convicção que os números comprovam esta afirmação”, destaca.

Sobre a devolução dos R$ 2,2 milhões ao Executivo, o presidente explica que isso ocorrerá em dezembro, e que os vereadores tem poder de estabelecer as áreas em que as verbas devem ser aplicadas. “Setores onde há mais demandas, como Saúde de Educação, serão contemplados, mas deveremos indicar outras ações ainda a serem definidas. Iremos acertar isso com o Executivo a fim de que nossos esforços para economizar sejam revertidos em benefícios importantes para a população de Vilhena”, disse Macedo.

Finalizando, ele fez uma comparação entre a forma de gerenciamento financeiro da Câmara atual com gestões do passado. “Se em três anos conseguimos economizar R$ 6 milhões, podemos concluir que se esta mesma conduta fosse adotada desde a instalação do Poder Legislativo no Município, há quatro décadas, Vilhena poderia ter tido recursos suficientes para a construção de um hospital público de R$ 40 milhões”, encerrou.

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