Secretário Welliton de Oliveira e equipe da Semad já trabalham no segundo leilão / Foto: Divulgação

Desde o início do ano, a Secretaria Municipal de Administração (Semad) trabalha na organização do segundo leilão de bens da Prefeitura de Vilhena.

Já prevista antes mesmo da realização do primeiro leilão, em maio, a venda de itens antigos e inservíveis da administração pública deverá arrecadar mais de R$ 100 mil e gerar economia no aluguel de depósitos e taxas de veículos inutilizados.

Seguindo as orientações do Gabinete, em outubro de 2018, a Secretaria Municipal de Obras (Semosp) consertou 10 veículos que estavam parados e estragados em seu pátio.

Atento ao assunto, logo na sequência da divulgação desta notícia, o Ministério Público notificou a Prefeitura para leiloar as carcaças ferrosas da Semosp que se acumulam na Obras há vários anos e são irrecuperáveis.

“Fechamos nosso levantamento geral e contratamos no dia 9 de maio deste ano um leiloeiro já para dois anos, prevendo um segundo leilão e um terceiro, possivelmente. Isso porque muitos itens exigiam documentação mais complexa, com análise caso a caso, e deixamos para esta segunda oportunidade”, explica Welliton de Oliveira, secretário municipal de Administração, enquanto revela que a previsão para realização do segundo leilão é ainda no primeiro semestre de 2020.

O leiloeiro não tem custo para a Prefeitura e recebe apenas uma porcentagem do valor final do bem arrematado, sendo esta parcela paga pelo comprador.

Atualmente a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) trabalha na liberação do prédio do antigo “Verdurão”, através do trabalho de falcoaria com captura alguns pombos que fizeram ninhos no barracão.

O serviço deve terminar nas próximas semanas e, após isso, uma comissão será definida para separar os lotes e transportar todos os itens a serem leiloados para o prédio.

OBJETOS

Neste segundo leilão estarão incluídos objetos de escritório, escrivaninhas, armários, eletrônicos velhos, aparelhos de ar-condicionado, cadeiras, mesas, cofres, máquinas e sucatas ferrosas. Todos são itens ociosos, antieconômicos (ou seja, que têm conserto mais caro que o bem novo), irrecuperáveis ou inservíveis.

O primeiro leilão arrecadou quase R$ 170 mil para o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e quase R$ 500 mil para a Prefeitura. A estimativa é que os itens restantes alcancem valor total final de até R$ 100 mil, conforme as secretarias informem à Semad novo levantamento de bens a serem destinados para o leilão até o fim deste ano.

 


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