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Pesquisa resultou num inventário sobre o cemitério público Santo Antônio em Cacoal / Foto: Divulgação

Através de métodos qualitativos, indicando os aspectos espaciais do cemitério, e quantitativos, relativos à tipologia e a materialidade das construções tumulares, os professores do curso de arquitetura e urbanismo oferecido pela Unesc em Cacoal, Jamille Barbosa, Andressa Zampoli e Rodrigo Selhorst apresentaram a pesquisa no “I Congresso Internacional de Ambiente e Desenvolvimento da Universidade do Vale do Taquari (Univates), em Lajeado no Rio Grande do Sul.

A pesquisa, intitulada “A Última Casa: O Inventário Como Instrumento de Registro do Cemitério Santo Antônio em Cacoal”, se propôs, através de pesquisa de campo, inventariar as sepulturas, fazendo uso de uma base de dados do Sistema de Informação Geográfica, extraindo assim informações sobre a unidade tumular, caracterizando técnicas e parâmetros construtivos comuns à criação da cidade de Cacoal e ao Cemitério Santo Antônio.

“Diante da necessidade de um abrigo ao corpo humano, pode-se dizer que é a sepultura que assume esse papel de proteção, sendo o cemitério comumente referido como local que abriga as múltiplas ‘últimas casas’, que além de locais de memórias possuem infindáveis registros dos que ali foram enterrados. Ao revelar essa história, através dos materiais (acabamentos e revestimentos) e as técnicas construtivas utilizadas nas construções tumulares, podemos relacioná-los com os parâmetros espaciais e construtivos utilizados nas unidades habitacionais da cidade”, explica a professora Jamille, coordenadora do curso de Arquitetura da Unesc.

Já a professora Andressa Zampoli completa que “a pesquisa também verificou que as tipologias tumulares existentes possuem a assinatura de construtores locais, prática comum em cidades do interior e, também, elementos comuns às edificações encontradas na cidade de Cacoal”.

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