Foto: Ilustrativa
Os custos de produção de suínos e de frangos de corte calculados pela Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa (CIAS), acumularam altas de 8,64% e 5,97%, respectivamente, em 2019.
A nutrição dos animais foi o item que mais pesou para a variação positiva dos custos, com 7,21% de aumento no ano para os suínos e 4,04% no mesmo período para o frango de corte.

O ICPSuíno, que começou o ano em 220,96 pontos, encerrou 2019 em 238,75 pontos, no terceiro mês consecutivo de alta e registrando um acréscimo de 3,26% apenas em dezembro com relação a novembro. O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina passou dos R$ 4,04 em novembro para R$ 4,17 em dezembro, maior valor desde junho de 2018.

Já o ICPFrango encerrou 2019 nos 231,14 pontos, enquanto em janeiro o índice era de 217,85 pontos e chegou a ser de 211,58 em abril, valor mais baixo de 2019. O ICPFrango acumulava altas desde agosto, mas se manteve praticamente estável entre novembro e dezembro, oscilando -0,01%. O custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná, não variou em dezembro, mantendo os R$ 2,99 registrados em novembro. Este é o valor mais alto desde junho de 2016.

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como Estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

sicoob

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