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Debate acalorado marcou sessão ordinária desta terça-feira, 18 / Foto: Divulgação

O prefeito de Vilhena, Eduardo Japonês (PV), foi mais uma vez questionado pela falta de diálogo com os parlamentares, o que irá motivar a devolução de R$ 368 mil, recursos proveniente da União, que seria usado para a construção e equipagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

O caso foi tema de debate na sessão ordinária realizada na noite desta terça-feira, 18, da Câmara de Vilhena.

O vereador Carlos Suchi (Podemos) disse que foi uma falta de respeito do prefeito não ter discutido essa situação com os parlamentares, o que poderia ter sido evitado.

“Poderíamos ter discutido isso nos dias corretos. Achei uma falta de respeito do prefeito não ter dito para o Afonso Emercik (secretário de saúde) para ir conversar com os vereadores. Todas as segundas-feiras de manhã nos reunimos para discutir as pautas. Não precisaria disso. É lamentável”, frisou.

O secretário municipal de saúde, Afonso Emerick, foi convidado à sessão e utilizou a tribuna legislativa para tentar explicar a situação. Mais cedo, porém, concedeu entrevista ao Extra de Rondônia sobre o assunto e culpou as gestões anteriores pela devolução do benefício (leia mais AQUI).

Também na sessão, Suchi chamou o presidente da Casa de Leis, Ronildo Macedo (PV), de assecla (que seria seguidor, adepto) do prefeito em virtude das constantes defesas e elogios feitos pelo parlamentar com relação à gestão do mandatário municipal. Macedo culpou a gestão de Rosani Donadon pela perca do prazo e agora devolução do recurso.

“Presidente, hoje o senhor firmou um compromisso de ser um assecla do prefeito. Apesar de tudo isto, você falar que é um aliado do prefeito. Quer dizer, as decisões que toma aqui vai prejudicar a comunidade? Cadê a coerência, presidente?”, disse Suchi, ao receber a resposta do Macedo de que “sou aliado, mesmo”.

 

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