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Vilhenenses contam como estão se adaptando as mudanças / Foto: Extra de Rondônia

Muitos vilhenenses tiveram uma redução significativa de seus salários ou até mesmo contratos suspensos, devido a propagação da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A reportagem do Extra de Rondônia conversou com autônomos e empregados que estão enfrentando esta crise.

O vendedor de móveis Maicon Donadia de 27 anos, afirma que com a propagação da pandemia as vendas da loja caíram 20% e o setor teve que ser reduzido.

Maicon Donadia / Foto: Extra de Rondônia

“A loja em que trabalho não diminuiu meu salário e para não ter uma queda grande nas vendas usei as redes sociais para atrair clientes. A gente tem que se reinventar para não ser atingido com a pandemia” pontuou.

O balconista e sócio de uma loja de assistência técnica Francisco Chagas Neto, 42 anos, explica que as vendas tiveram uma queda de quase 60%.

Francisco Chagas Neto / Foto: Extra de Rondônia

“Para manter o orçamento da loja tive que diminuir pedidos de mercadorias e ficar com o mesmo estoque até final de julho ou início de agosto, além de dar descontos para o cliente levar o produto e divulgar nas redes sociais” frisou.

O autônomo Jeú Valentim, 35 anos, conta que trabalha fotografando casamento e por conta dessa pandemia, foram cancelados todos os eventos que tinha marcado na sua agenda.

Jeú Valentim / Foto: Extra de Rondônia

“Para nós fotógrafos que trabalham com eventos é muito complicado, dependemos dele. Com essa pandemia foi bloqueado praticamente 100%, porém graças a Deus, eu trabalho com ensaios fotográficos, revelação de fotos e venda de porta-retratos, estou conseguindo me manter para sobreviver. Até porque um pai de família que tem dinheiro vai dar prioridade a alimentos ou remédios, por isso as vendas caem” explicou Valentim.

Já o gerente e vendedor Amauri Meneguelli, 30 anos, relata que é o responsável pela administração de um bar e o comércio que trabalha, e ambos os locais quase toda equipe teve que ser demitida.

Amauri Meneguelli / Foto: Extra de Rondônia

Segundo ele, 85% das vendas do bar caíram e o salário reduziu mais de 60%. “Tive que buscar alternativas para sobreviver e reduzir os gastos para poder me manter” enfatizou.

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