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Ronildo Macedo, presidente da Câmara de Vilhena / Foto: Extra de Rondônia

O presidente da Câmara de Vilhena, Ronildo Macedo recebeu a reportagem do Extra de Rondônia na manhã desta sexta-feira, 31, no seu gabinete, para uma entrevista exclusiva sobre suas atividades nestes quase dois anos de mandato à frente do Legislativo.

Filiado ao PV, Macedo começou falando da reforma e ampliação do prédio da Casa de Leis as conquistas econômicas consideradas por ele como “nunca antes vistas no parlamento” de aproximadamente R$ 5 milhões em dois anos.

ECONOMIA E DEVOLUÇÃO

“Gastamos R$ 3,8 milhões na reforma da Câmara. Isso significa R$ 1,4 mil por metro quadrado. Se for descontar o INSS ficaria R$ 1,044 mil o metro quadrado. Isso nunca se viu no Poder Público, já que hoje esse valor não baixa de R$ 3 mil o metro quadrado”, resumiu.

O presidente salienta que as atividades do Legislativo foram voltadas ao bem-estar da comunidade, demonstrado através da devolução de R$ 2,2 milhões à prefeitura em 2019.

Os recursos foram divididos da seguinte maneira: R$ 1 milhão para saúde, R$ 600 mil para Educação, R$ 500 mil para a secretaria de esporte para a compra de um ônibus e R$ 70 mil para a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas).

Já em 2020, ele informa que a devolução alcanço R$ 500 mil, sendo R$ 100 mil para a Semas com o qual adquiriu 1.250 cestas básicas e mais R$ 400 mil para o setor de saúde pública visando o enfrentamento da covid-19.

Prédio da Câmara de Vilhena após a obra de reforma / Foto: Extra de Rondônia

 

AÇÃO DE COBRANÇA

Macedo não se esquivou em esclarecer a ação de cobrança movida pela empreiteira Norte Edificações e Empreendimentos – Eireli, que pede quase R$ 300 mil por supostas alterações e modificações executadas durante a reforma da sede do parlamento local (leia mais AQUI).

O vereador disse que assim que assumiu a presidência do Legislativo, em janeiro de 2019, a empreiteira colocou um aditivo de – na época – R$ 450 mil. Mas, após aprofundamento com a equipe jurídica e comissão da Casa de Leis, perceberam irregularidades nos aditivos, que apontavam obras de escavação.

“Essas coisas estão enterradas. Então, não conseguíamos, de fato, saber se tinham sido feitos. Um engenheiro da prefeitura esteve na Câmara e não conseguiu constatar se a empresa fez o serviço que alegava. Na realidade foi falha, porque tínhamos uma empresa contratada, com equipe de engenheiros para fiscalizar a obra, mas essa empresa nunca falou desse aditivo. Mas como e não tem legalidade, não fiz o pagamento. É por isso que está na justiça. Mas, se a justiça decidir dessa forma, claro que será pago. Infelizmente, no Poder Público, não podemos sair pagando sem a documentação legal”, enfatizou.

GESTÃO JAPONÊS

O parlamentar também falou do relacionamento político do Legislativo com o Executivo e avaliou a gestão do prefeito Eduardo Japonês (PV). “Respeito a opinião de todos, mas, para mim, o prefeito Eduardo Japonês (PV) está fazendo um ótimo trabalho. Prova disso é que Vilhena se transformou num canteiro de obras. Estamos bem unidos com o Executivo”, garante.

REELEIÇÃO

O presidente também falou da pretensão de disputar uma vaga para retornar ao parlamento municipal de Vilhena e explicou o motivo: “Vilhena num bom momento político. Estamos tirando as obras do papel, resolvendo os problemas sociais, embora tenham muitos. Mas o que estamos fazendo à frente do Legislativo, devolvendo quase R$ 5 milhões ao município, é uma coisa que nunca aconteceu em Vilhena. Queremos continuar fazendo esse trabalho voltado ao bem-estar da sociedade”.

 

 

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