Prefeito Eduardo Japonês / Foto: Divulgação

O prefeito de Vilhena, Eduardo Japonês, não tem a vaga garantida numa eventual disputa à reeleição.

A informação é do presidente estadual do Partido Verde (PV), Aires Mota, que em entrevista exclusiva ao Extra de Rondônia avaliou a situação.

De acordo com ele, a decisão de quem serão os candidatos é da própria diretoria municipal da agremiação, o que será decidido nas convenções municipais que inicia em 31 de agosto e vai até 16 de setembro.

Contudo Mota explica que o prefeito enfrenta insatisfação e desgaste dentro do próprio PV após desvalorização dos membros da sigla, principalmente após a exoneração, em maio passado, do professor Gilson Ferreira, que é presidente municipal e era considerado “homem forte” e “braço-direito” do mandatário municipal.

“Japonês e ninguém tem a vaga garantida no PV. Os membros do diretório municipal têm total autonomia para decidir, principalmente, o professor Gilson, que é nosso presidente em Vilhena. O que ficou constatado é que há um desgaste e insatisfação entre Japonês e a maioria dos membros do PV local. A relação não é boa. Mas, como eu disse, essa questão será deliberada na convenção. O que a diretoria municipal decidir será acatada pela diretoria estadual”, ressaltou.

Caso o nome de Eduardo Japonês não seja confirmado nas convenções, Mota garante que há outros nomes importantes no PV que podem surpreender na eleição, como o presidente da Câmara, Ronildo Macedo.

“O PV tem uma longa lista de filiados com nomes de pessoas que ajudam no desenvolvimento do município de Vilhena”, acrescentou.

Mota informou que estará em Vilhena na próxima para se reunir com o diretório municipal e ouvir os membros da sigla.

PROFESSOR SUGERIU AFASTAMENTO DE SECRETÁRIO

Gilson Ferreira foi exonerado do cargo de Chefe de Gabinete após este sugerir ao prefeito que afaste o secretário municipal de educação, William Braga, por graves denúncias na distribuição irregular de cestas básicas com alimentos da merenda escolar em meio à pandemia, o que provocou uma “avalanche” de críticas na Câmara de Vilhena no início de maio (leia mais AQUI e AQUI).

Mais de três meses se passaram e Braga continua no cargo, não houve afastamento ou sindicância na prefeitura, mas o Ministério Público instaurou inquérito para investigar o caso (leia mais AQUI).

 

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