Autônomo Ivan Bezerra de França, o popular Ceará / Foto: Extra de Rondônia

Quem acompanha os grupos de WhatsApp de Vilhena se deparou na manhã desta quinta-feira, 6, com mais uma daquelas corriqueiras discussões políticas entre simpatizantes e oposicionistas à gestão do prefeito Eduardo Japonês (VP). Porém, neste caso, a briga foi parar na Delegacia de Polícia Civil.

Em visita ao Extra de Rondônia, o autônomo Ivan Bezerra de França, o popular Ceará da Assossete, anunciou que registrou Boletim de Ocorrência (BO) contra o médico Carlos Mamede e o empresário Jones Eli. O motivo: suposto crime de difamação.

No BO, Ceará narra que o médico e o empresário estão utilizando as redes sociais para difamá-lo acerca de fatos sobre os quais os respectivos processos estão em tramitação em segredo de justiça e o qual eles não deveriam ter acesso ou deles ter conhecimento.

Disse ainda que tem cópias de prints, vídeos e mensagens de texto das referidas postagens e que se tornou alvo das ações da dupla porque denunciou irregularidades relacionadas a licitações públicas com o município em que os dois estão envolvidos.

“Ceará” se refere à acusação que enfrenta por tentativa de violentar uma idosa de 81 anos no município de Ministro Andreazza, em agosto de 2019 (leia mais AQUI). Ele ficou 81 dias preso na cadeia pública de Cacoal (leia mais AQUI).

Contudo, ao site, “Ceará” se declara inocente, diz que ainda não houve decisão, e garante que é vítima de difamação da dupla.

“Na realidade, estou sendo perseguido por falar as verdades da administração do prefeito Eduardo Japonês, e assim sou considerado oposição, mas eu ajudei Japonês a se eleger, então tenho obrigação de cobrar melhorias para meu bairro. São por essas cobranças que sou alvo de perseguição do Carlos Mamede e o Jones, que já foi portariado na prefeitura na gestão de Japonês”, salienta.

O OUTRO LADO

O Extra de Rondônia enviou mensagem a Carlos e Jones para eventual manifestação.

Mamede se limitou a responder a respeito de uma máquina de cirurgia que deveria funcionar no Hospital Regional de Vilhena, mas que foi retirada desse local, um dos questionamentos de “Ceará” nas redes sociais.

“O procedimento colecistectomia videolaparoscopica foi feito com equipamento particular dos cirurgiões, para demonstração, no intuito de apresentar a tecnologia videolaparoscopica aos gestores.  Após apreciação e interesse dos gestores foi editado documento para licitação e aquisição equipamento necessário para equipar serviço público municipal, porém o processo licitacão dos equipamentos necessários ainda tramitando administrativamente. Creio que seria muito interessante, após passar está pandemia, a voltar o trâmite na saúde para instalar um aparelho no Hospital Regional”, afirmou.

Por sua vez, Jones Elir preferiu por não se manifestar.

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