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Coluna escrita por Humberto Lago/Foto: Extra de Rondônia

Na empresa onde trabalho temos três objetivos básicos: Aumentar os “Lucros” das empresas; Dinamizar as “Vendas”; Tornar as organizações mais “Eficientes e Competitivas”. Fazemos isso porque o mercado comprovou que no nosso ramo de atividades, essas são as maiores e mais urgentes carências de nossos clientes.

Muito se fala e comenta a respeito destes três tópicos (lucros, vendas, eficiência/competitividade). Não obstante, a prática tem demonstrado quão difícil é identificar as ações fundamentais que podem levar uma organização a alcançar isso. E como muitas delas não conseguem, por si só, transformar lindos sonhos e planos em resultados efetivos, ao final de cada mês, isso traz desânimo e frustração, tanto a administradores quanto investidores.

Interessante notar que os livros existentes e o material disponível na internet abordam com maestria esses assuntos. Contudo, trazer essas teorias e conceitos acadêmicos para o interior de nossas organizações, colocando-os em prática, é um desafio considerável.

No interior de certas empresas existe uma luta constante de forças; há uma disputa de poder; há aspectos familiares prevalecendo sobre aspectos técnicos. Tantas vezes os interesses familiares impedem que se traga para a organização pessoas competentes e experientes, pelo simples fato de não serem da família, ou de não pertencerem ao mesmo círculo de amizades. Falta-lhes visão, independência e coragem.

A habilidade de identificar e estabelecer a linha divisória que separa uma decisão ‘sábia e profissional’ de uma decisão ‘secundária e política’ é pouco frequente em firmas familiares. Como consequência disso, tais falhas dificultam e/ou retardam bastante a evolução dessas empresas.

Recentemente incluímos em nosso portfólio um quarto item: “Distribuir anualmente” uma parcela dos lucros das empresas, pelos respectivos acionistas. Isso é algo natural em qualquer atividade econômica. É um direito dos proprietários, inclusive previsto em lei. No entanto, a realidade está a indicar que este procedimento é uma exceção, em vez de regra. Pense, por um momento, em 10 empresas que conhece e calcule quantas delas distribuem regularmente uma parte dos resultados. O percentual é mínimo.

As maiores dificuldades de colocar em prática o parágrafo anterior são: 1.-Educar a empresa a trabalhar com planejamento financeiro e metas; 2.-Assegurar-se de que o lucro contábil está disponível no caixa, para ser distribuído, em vez de ir parar no contas a receber ou estoques; 3.-A falta de comprometimento das pessoas. Que estas ideias possam estimular nossos administradores e empresários a avançar, tanto na gestão quanto nos resultados operacionais. Pense nisso enquanto lhes digo até a semana que vem.

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