Caio Mendes afirmou que não apoia nenhum dos candidatos a prefeito em Vilhena / Foto: Extra de Rondônia

Filiado ao PSD, o enfermeiro e técnico em necropsia, Caio Mendes da Silva, popular “Caio Enfermeiro”, está concorrendo a uma cadeira na Câmara Municipal de Vilhena.

Em visita ao Extra de Rondônia nesta semana, o candidato falou sobre a situação da saúde municipal e as áreas que pretende atuar.

O enfermeiro narra que, mesmo sabendo que o meio político é “sujo” e “ingrato”, atendeu ao pedido de amigos e decidiu colocar seu nome à apreciação do eleitorado. Com o lema “Fé, respeito e trabalho”, o candidato afirma que pretende atingir as áreas de segurança, educação e saúde.

Acumulando muitas experiências na vida pública, Caio já atuou como gerente de enfermagem no Hospital João Paulo II em Porto Velho; no presidio Urso Branco, também da Capital; foi enfermeiro no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) com povo indígena e gerente dos hospitais Santa Helena, Padrão e Regional em Vilhena

SAÚDE DE VILHENA

Para Caio, o setor de saúde pública está desacreditado em virtude da falta de reais investimentos das gestões municipais.

“Os gestores dão prioridade para falar de saúde, mas não fazem nada por ela. A maior prova que temos é que Vilhena tem apenas dois hospitais: um particular e outro público, além de três estruturas hospitalares fechadas. Tínhamos Vilhena como referência. Chegamos a fazer cirurgias neurológicas e de coluna; hoje há dificuldades em realizar até as mais simples”, observa.

Segundo Caio, Vilhena não tem condições de realizar determinadas cirurgias, não por falta de pessoal, mas sim por capacidade dos gestores em investir nesses recursos.

“Não fazemos mais cirurgias de colo de fêmur, fêmur, vesícula, entre outras. Colorado hoje não encaminha ninguém para Vilhena e sim para Cacoal; isso porque perdemos a credibilidade”, desabafou.

CORONAVÍRUS

Sobre os investimentos ao combate da Covid-19, o enfermeiro afirma acreditar que os recursos não estão sendo empenhados e não descarta a possibilidade de Vilhena ser alvo da Policia Federal (PF). “Eu vejo que o coronavírus é mais uma doença política do que real. Prova disso é o anúncio diário de diminuição de mortes trazidos pela imprensa nacional, isso sem a vacinação”, analisa.

O enfermeiro garante que, caso seja eleito para representar os vilhenenses, não será vereador de prefeito, mas sim da população. Este é motivo não estar apoiando nenhum dos cinco candidatos que disputam a prefeitura.

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