Coluna escrita por Humberto Lago/Foto: Extra de Rondônia

Gostaria de convidá-lo a ingressar em 2021 com muito ânimo e energia, fé e vigor, porque há um conjunto de razões convincentes que apontam para um ano de muitos avanços, em todos os segmentos da economia.

Este é o tempo propício para virar a página, porque 2020 é passado. Portanto, passou a fazer parte da história. Não podemos nos contaminar com seu desânimo; é tempo de sepultar as pressões que nos acompanharam por tantos meses.

O crescimento das empresas, neste ano, não será determinado pelas projeções financeiras, nem pelos prognósticos dos agentes econômicos, mas sim pela capacidade de sonhar de cada empresário. Dito isso, agora é levantar, arregaçar as mangas e partir para o trabalho. Isso deve ser feito por todos, porque vivemos em sociedade, sendo dependentes uns dos outros.

Segundo os especialistas, a projeção do crescimento do PIB do país, para 2021, será de 4% (quatro por cento). Este é um número robusto e encorajador. Nunca foi visto um crescimento destes, desde o ano de 2010 (ou seja, há uma década).

Depois de um superávit de US$ 50 bilhões nas transações comerciais do ano passado, tudo indica que neste ano (2021) teremos um desempenho semelhante, em boa parte proporcionado pelo vigor das exportações do agronegócio.

Pense, por um momento, no significativo impacto do retorno às aulas. Milhares de escolas e universidades reabrindo; milhões de brasileiros voltando aos estudos; milhões de alunos e de professores sendo transportados diariamente; material escolar; gráficas; serviços de alimentação…

Alguém já quantificou os milhões de brasileiros que serão convocados para retornar ao trabalho, a fim de possibilitar o crescimento projetado de 4% do PIB?

Você já observou a quantidade carros novos e ainda sem placas, que estão circulando em nossas ruas? Já percebeu o transporte rodoviário e de cargas, voltando a operar na sua habitual capacidade operacional? Já notou que as empresas aéreas estão utilizando 90% de suas frotas.

Mais alguns meses e os problemas de desabastecimento tenderão a desaparecer, com o retorno à normalidade da cadeia produtiva, eliminando algumas abusivas e inconvenientes pressões inflacionárias.

Dezenas de países já iniciaram a vacinação em massa. Outros laboratórios entregarão novas vacinas com brevidade, sem a existência de monopólios. Ao entrarem no mercado, elas expulsarão o medo e o pânico da mente das pessoas, além de contribuir para a estabilização dos preços. A esperança está de volta! Que Deus nos capacite e acompanhe no processo de retorno à normalidade!


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