Unisp Vilhena/Foto: Extra de Rondônia

Na manhã desta sexta-feira, 26, Núbio Lopes de Oliveira, titular do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), disse a reportagem do Extra de Rondônia, que o caso do assassinato de Maria Tereza Resna, mãe do policial militar Odair José de Aguiar Resna, foi esclarecido e o autor está preso.

Segundo o delegado, a vítima era namorada do autor identificado pelas iniciais T.R.N., de 34 anos.

CRIME

A Polícia Militar do distrito de Novo Plano, em Chupinguaia, recebeu informação que uma mulher havia sido morta com requintes de crueldade, ou seja, a pauladas. Com isso, uma guarnição foi ao local e constatou o fato.

Contudo, uma testemunha contou à polícia que ouviu quando a vítima gritou “não Baco Baco”, e deu-se a intender que Pedro Bueno Pereira, de 57 anos, mais conhecido na região por Baco Baco, poderia ter matado Maria, haja vista, que o crime ocorreu quase dentro da sua propriedade.

Todavia, indagado sobre o acontecido, Pedro ficou calado, e com isso, foi detido como principal suspeito do crime.

Entretanto, no decorrer das investigações Núbio e sua equipe foram ao distrito e com apoio dos policiais militares daquela região ouviram diversas pessoas, e uma testemunha relatou que viu T.R.N., que era namorado da vítima correndo ao oposto onde tinha ocorrido o crime, fato que chamou atenção dos policias, já que devido ser namorado deveria ter ido ao local.

Com isso, T., foi chamado para prestar esclarecimentos e bem antes do horário marcado ele chegou, fato que também chamou atenção do delegado.

Porém, na altura dos acontecimentos o delegado já havia colhido material suficiente que colocava T., na cena do crime, e foi uma questão de tempo para T., confessar que havia matado a namorada e deu detalhes de como aconteceu.

Segundo Núbio, T., tem problemas psicológicos e acerca de três meses havia deixado de tomar remédios controlados, fato que pode ter contribuído para que ele executasse o crime, já que ele disse que a namorada o pressionava sobre o relacionamento, e ele sentia uma pressão grande na cabeça, disse que não sabe porque cometeu o crime.

Núbio representou pela prisão preventiva de T., no qual foi deferida pela justiça e cumprida nesta semana por policiais civis.

Baco Baco que era inocente foi colocado em liberdade. Contudo, após ser solto, ele disse que estava deitado, pois tem sérios problemas de saúde, ouviu quando a vítima gritou, “Baco Baco” socorro, e viu quando T., saiu correndo, porém, não contou para a polícia porque ficou com medo que T., o matasse.

O inquérito foi encerrado e será enviado para o Ministério Público oferecer denúncia ou não contra o suspeito que está preso.

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