Suspeitos confessaram o crime com riqueza de detalhes/Fotos: Extra de Rondônia

A Polícia Militar (PM) prendeu na tarde desta quinta-feira, 29, dois suspeitos de terem matado a golpes de faca Edna Domingos da Silva, de 49 anos, e golpeado por três vezes Cícero Lopes, de 69 anos, que só não perdeu a vida por fingir que estava morto. Leia (AQUI).

Conforme boletim de ocorrência, após colher informações, policiais militares com apoio de investigadores do Núcleo de Inteligência (NI), começaram a fazer buscas por possíveis endereços dos suspeitos, quando na Avenida 1714, os militares avistaram um homem conduzindo uma moto idêntica a descrita na ocorrência do latrocínio.

Com isso, os militares do NI acionaram as guarnições em apoio para fazer o cerco ao suspeito que ao perceber a presença da polícia empreendeu fuga por diversas ruas e avenidas, colocando vida de terceiros em risco, quando próximo ao muro de uma casa foi efetuado tiros de pistola .40 no pneu da motocicleta, mesmo assim o suspeito continuou a fuga, mas acabou batendo no para-choque dianteiro de uma viatura e em seguida bateu contra um poste de energia.

Em revista ao suspeito identificado pela inicial W., foi localizado um celular Samsung A10 roubado da vítima de latrocínio, uma porção de substancia aparentado ser crack pesando um grama, documentos de uma moto Biz 125, placa NDK-3252, veículo este que possui registro de roubo, utilizada para chegar ao local do crime.

Após conversa com os policiais, W., indicou onde o comparsa identificado pela inicial E., vulgo “Porto Velho” estava escondido, em um barracão abandonado na Avenida 1512 com a Avenida Melvin Jones., no bairro Cristo Rei.

Além disso, W., confessou a participação de uma terceira pessoa no crime, mas disse não saber identifica-lo. W., ainda relatou que aproveitou da situação de ser conhecido das vítimas para cometer o crime, pois eram padrinhos de consideração.

Após esfaquear a mulher, W., saiu com a motocicleta e deixou seu comparsa que ele disse não saber identificar na casa fazendo o idoso de refém. Algum tempo depois, W., retornou ao local na companhia de E., porém, o comparsa já havia esfaqueado o idoso, tendo E., desferido outra facada no tórax e pisado em seu pescoço para ter certeza que ele estava morto.

Para finalizar o crime, o trio jogou gasolina na casa e cortou a mangueira da botija de gás, pensado que com o vazamento, o imóvel pegaria fogo.

Diante dos fatos, a dupla recebeu voz de prisão e foi levada para a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), onde a ocorrência foi registrada.

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