Governador Marcos Rocha ao lado de Bolsonaro / Foto: Divulgação

Através de texto e gravação de áudio veiculados em suas redes sociais, o governador do Estado de Rondônia, Coronel Marcos Rocha (Sem Partido), divulgou encontros que teve com autoridades do governo federal e de outras instituições públicas no início desta semana, incluindo o presidente da República, Jair Bolsonaro, ocasião em que levou ao conhecimento dos interlocutores a questão da violência na área rural em torno de conflitos por terra.

Marcos Rocha relatou os fatos ocorridos em Mutum Paraná, distrito da capital, onde aconteceram assassinatos de policiais e recentemente de integrante da Liga Camponesa.

O governador conversou com deputados federais e integrantes da Procuradoria-Geral da República, além do Jair Bolsonaro.

Segundo suas postagens, as informações e imagens que apresentou nas audiências sensibilizaram as autoridades, que manifestaram solidariedade e garantiram apoio ao governo de Rondônia no enfrentamento dos conflitos de forma pacífica e ordenada, porém definitiva.

Foram traçadas estratégias de ação, e o governador garantiu aos produtores e à população em geral que estes problemas serão solucionados sem derramamento de sangue, garantindo os direitos de todos os envolvidos, mas de forma justa e penalizando dentro da lei os que forem passíveis de tal procedimento.

— Em mais uma reunião sobre o tema, levei o problema das invasões e crimes bárbaros cometidos em Rondônia ao Presidente Jair Bolsonaro. Mostrei as imagens dos nossos policiais assassinados, de jovens executados, torturas, fazendas produtivas e legais destruídas, casos de estupros, destruição da floresta, roubos e estoque de armamento de uso exclusivo das forças armadas, refino de cocaína e outras drogas (a lista é grande). Mostrei os relatórios da nossa inteligência e vídeos do modus operantis, incluindo táticas de guerrilhas e o tribunal paralelo, além do armamento pesado que essas organizações criminosas possuem.

— O Presidente está do lado das famílias de bem que estão sofrendo com a barbárie causada por esses grupos armados.

— Em uma reunião longa, alinhamos três linhas de atuação no combate às organizações criminosas que estão agindo no campo:

1 – Aumento e preservação de efetivo no campo para garantir a segurança: Pedimos apoio da Força Nacional e da Polícia Federal.

2 – Questão jurídica: Várias reintegrações estão travadas por questões legais. Ano passado tínhamos feito várias, mas agora estamos tendo que enfrentar questões legais que acabam protegendo os criminosos.

3 – A longo prazo, como dar um fim a essas ações criminosas que não podem sair impunes.

— É questão de Segurança Nacional. Não caia em falsas narrativas, pois o objetivo desses grupos é consolidarem um poder paralelo. Nós não deixaremos. O país que queremos deixar para nossos filhos protege o que é justo e correto e fica do lado da população.

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