Artefatos e armas apreendidas na operação

Nesta sexta-feira, 14, policiais militares apreenderam um verdadeiro arsenal de guerrilha e diversas pessoas foram detidas na área invadida por denominados sem-terras da Liga dos Camponeses Pobres (LCP), no município de Chupinguaia.

Conforme apurou a reportagem do Extra de Rondônia, os sem-terras acampados na fazenda Nossa Senhora Aparecida, munidos com armas de guerrilha se movimentaram nesta sexta-feira, 14, cortaram parte da cerca da fazenda Ipiranga e montaram barricadas na estrada impedindo o tráfego de veículos e pessoas. Além disso, ameaçaram de morte o gerente da fazenda que tentou chegar ao local para consertar a cerca e outras pessoas que transitavam pela estrada.

Os invasores disseram ao gerente da fazenda que aquela estrada e as propriedades rurais da região já estavam tomadas, ou seja, seriam da Liga dos Camponeses Pobres (LCP).

Após tomarem ciência dos fatos, os militares da operação “Patrulhamento Rural” e operação “Hórus”, decidiram realizar o patrulhamento na RO-370 no intuito de garantir a livre circulação de moradores da região, bem como, prevenir ou reprimir os crimes na rodovia.

Contudo, durante o patrulhamento as guarnições observaram movimentação de pessoas se deslocando do curral para a rodovia, além de “barricadas” montadas nas porteiras que dão acesso ao curral e ao retiro da Fazenda Nossa Senhora Aparecida.

Alguns invasores que estavam escondidos em uma mata passaram a atirar pedras, rojões e artefato explosivo improvisado (EOD), uma espécie de granadas que são lançadas por estilingues contra os policiais.

Os invasores também utilizavam cavalos como meio de transporte, os quais passaram a atacar os policias lançando os mesmos objetos citados acima.

Entretanto, no retorno do patrulhamento com destino a Base de Apoio da Polícia Militar, policiais do Núcleo de Inteligência (NI) que realizavam prevenção do perímetro, informaram sobre uma grande movimentação de pessoas encapuzadas portando diversos tipos de objetos numa mata próxima da porteira que dava acesso ao curral.

Ao se aproximar do local, as guarnições perceberam que se tratava de uma emboscada. Com isso, neste momento a tropa desembarcou para realizar a segurança, montando formação de “choque” com escudos balísticos e materiais menos letais, tal medida foi necessária para garantir a proteção dos policiais.

Mesmo diante da formação de choque, os invasores não se intimidaram e continuaram seguindo em direção à tropa, arremessando pedras, madeiras, portando facões e foices e fazendo gestos que portavam armamento letal.

Durante a ação, uma mulher que portava uma arma de fogo tipo revólver apontou para os militares disparou.

Diante da eminência de um confronto sangrento, os invasores recuaram para o curral, sendo cercados pelos militares.

A mulher que disparou contra os policiais foi identificada e detida. O revólver calibre 38 da marca Rossi com cinco munições, sendo uma deflagrada e uma picotada foi apreendido, além de dezenas de outros artefatos e armamentos.

Todos os envolvidos no ataque aos militares receberam voz de prisão e foram encaminhados para a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) de Vilhena, onde a ocorrência foi registrada.

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