Sede do Poder Legislativo em Cacoal / Foto: Divulgação

Na sessão ordinária desta segunda-feira, 31 de maio, a Câmara derrubou, por 7 votos a 5, o veto ao autógrafo n. 61/CMC/2021 do prefeito Adailton Fúria (PSD), com relação ao projeto de lei n°41/2021, que dispõe prioridade de vacinação para profissionais da segurança e da educação, na ativa, do setor de mobilidade urbana e agentes fiscais municipais em Cacoal.

Na sessão ordinária de 10 de maio, o projeto foi aprovado por 8 a 3 em plenário (leia mais AQUI). O projeto é de autoria do vereador Paulo Henrique e seus colegas João Paulo Pichek, Josisvan Almeida e Edimar Kapiche.

Embora conste no projeto, a vacinação dos profissionais de educação foi anunciada pelo prefeito semana passada e ocorrerão nesta terça e quarta-feira (leia mais AQUI).

Na sessão desta segunda-feira, houve debate acalorado com relação a quem deveria fazer parte como prioridade na vacinação, embora exista o Plano Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde.

A discussão foi focada entre os vereadores Paulo Henrique (PTB) e Paulinho do Cinema (PSB). O primeiro, que é advogado e jornalista, informou que apresentará em plenário projeto para que estas duas categorias sejam priorizadas nas vacinas contra a covid-19.

Contudo, Paulinho discordou e pediu consciência quanto à prioridade da vacina, já que há pessoas com menor poder aquisitivo que necessitam de uma proteção maior.

“Um caixa de supermercado, por exemplo, que ganha um salário baixo, tem que usar uma máscara simples e ter cuidados redobrados. Agora, existem pessoas, que ganham até R$ 20 mil por mês. Ninguém vai me convencer, que temos que fazer um projeto de lei para vacinar advogado e deixar fora pessoas mais simples. Hoje, uma consulta apenas, o um advogado cobra até R$ 600,00. Pode trazer o Papa aqui que não vai me convencer. Estamos todos exposto e precisamos analisar as categorias”, disse o parlamentar.

A VOTAÇÃO

Os vereadores favoráveis ao projeto e que votaram pela derrubada do veto foram: Edimar Kapiche (PSDB), João Pichek (Republicanos), Zivan Almeida (PSC), Paulo Henrique (PTB), Paulinho do Cinema (PSB) Romeu Moreira (DEM) e Valdomiro Corá (MDB).

Já os que votaram pela manutenção do veto foram: Toninho de Jesus (PODE), Ezequiel Câmara (PP), Lauro Garçom (PSD), Luiz Fritz (PSD) e Magnison Mota (PSC).

MAIS UM VETO DERRUBADO

Este é o segundo veto do prefeito derrubado em plenário pelos parlamentares. O primeiro aconteceu semana passada, quando os vereadores, por 8 a 4, decidiram por derrubar o veto com relação ao projeto de lei nº 18/21, que visa dar segurança às mulheres vítimas de violência doméstica no município, será sancionado e virar lei em Cacoal (leia mais AQUI).

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