Foto: Ilustrativa

Tudo tem uma explicação, no caso da vergonhosa posição político-partidária tomada por parte da mídia brasileira, tentando colocar a culpa de tudo de ruim nas costas do governo Bolsonaro, sem lhe dar crédito algum, não importa o que de positivo ele faça.

O último triste exemplo disso é a questão da Copa América, programada para nosso país, sem público. Quando membros do antigo governo e da cúpula do esporte compraram votos para que o Brasil sediasse uma Olimpíada, foi festança geral. Quando o governo Lula optou pela construção superfaturada de quase todos os estádios para a Copa do Mundo, festa, aplausos e comemorações da mesma mídia que hoje é contra o Brasil sediar uma modesta Copa América, alegando que somos os campeões mundiais em mortes por Covid (o que não é verdade!) e que não poderíamos sediar a competição, por causa da pandemia, mesmo se sabendo que não haverá público e que o futebol é uma das áreas onde há mais rigidez com relação aos protocolos de segurança.

A questão agora envolve outros caminhos. Uma delas: não haverá dinheiro, nem o limpo e nem o podre, enchendo cofres de empresas da mídia. Agora, o buraco é mais embaixo. Além disso, o sucesso de um evento esportivo pode trazer ainda mais popularidade ao presidente Bolsonaro e seu governo. Então, muda-se tudo. Na roubalheira do passado, não havia senões. Agora, o inimigo está no poder!

O futebol tem sido uma área onde os casos de Covid 19 são menores do que em outras atividades, até porque envolve organismos de atletas, sempre melhor preparados para enfrentar até um vírus mortal como esse. Os clubes, protegendo seus patrimônios, já que há jogadores que valem milhões de reais, tratam de seguir rigorosamente todos os protocolos, incluindo alguns exageros, como fazer testes da Covid até três vezes por semana, como o fazem alguns times do Brasil.

Embora tenham morrido dirigentes, alguns deles mais velhos e com comorbidades, como ocorreu, lamentavelmente, com o presidente da Chapecoense, Paulo Magro, de 59 anos, não há notícia da morte de um só jogador entre os grandes clubes brasileiros ou europeus, por exemplo, embora tenham ocorrido dezenas de casos de contaminação. A tristeza é se ver como um evento esportivo, com todos os cuidados, sem público, esteja sendo tratado apenas pelo viés ideológico. As opiniões contrárias vêm dos mesmos que elogiavam os  bilhões de reais gastos em circo, construindo estádios e jamais criticaram que nada foi investido em obras de hospitais, que, eles sim, seriam vitais para termos uma estrutura melhor de atendimento aos milhões de contaminados.

O Brasil não tem mais jeito mesmo: a verdade foi substituída pela versão e a opinião ideológica se sobrepõe aos fatos. E o esporte, lamentavelmente, está sendo usado também para essa guerra absurda, que rachou nosso país, dividido entre uma minoria de ideias venezuelanas, contra uma maioria que não aceita o esquerdismo como opção política. Estamos mesmo ferrados!

ALGUÉM SABE O MOTIVO DO AMOR DE FLÁVIO BOLSONARO POR RONDÔNIA?

Qual a ligação do 01 com Rondônia? O senador Flávio Bolsonaro tem sido assíduo visitante do nosso Estado e, principalmente, da região de Porto Velho. Nos últimos meses, ele esteve pelo menos quatro vezes por aqui. Chegou no último final de semana, visitou a Fimca, faculdade da família Carvalho, onde foi recebido pelo líder da instituição, Aparício Carvalho e seus filhos, Mariana, deputada federal e Maurício, vice-prefeito da Capital. Flávio conheceu a enorme estrutura da Fimca.

Já tinha estado, pelo menos duas vezes, em visitas à Universidade Federal, a Unir, na Capital. No domingo, aproveitou a estadia para entrar na carreata de oposição ao seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, para ironizar e tirar sarro do movimento. Os vídeos sobre isso abundam nas redes sociais. No domingo à noite, participou de uma festa, fechada, na casa de amigos, onde, é claro, não havia todos os cuidados necessários contra a pandemia.

Flávio é um personagem público. Além de filho do chefe da Nação, é um senador. Sua presença em qualquer lugar do Brasil, seja para atividades públicas ou privadas, sempre é notícia. Nesse caso de Rondônia, não o é. Até agora, não há uma só informação oficial sobre os motivos do novo amor do Zero Um por Rondônia. Por que?

PREFEITA DE ARIQUEMES QUER VACINAR PROFESSORES E NÃO PRESOS

As leis brasileiras, sempre ágeis na proteção de criminosos, também seguem a mesma catilinária em relação à vacinação de presos. Eles têm, pela atual legislação, o direito (inacreditável!) de serem vacinados antes de cidadãos de bem. O problema é nacional. Em Ariquemes, contudo, a prefeita Carla Redano. assim como já o fizeram dezenas de prefeitos país afora, decidiu enfrentar o absurdo. Enquanto o Ministério Público, cumprindo o que determinam os protocolos, exige que os presidiários sejam vacinados antes, a corajosa prefeita disse que vai é vacinar os professores.

Mesmo correndo riscos de enfrentar a fúria das nossas leis, feitas sob medida para proteção de direito de criminosos. Ela anunciou publicamente a decisão, pelas redes sociais: “infelizmente isso está no plano nacional de vacinação”. Mais adiante, acrescentou: “sou totalmente contra isso. Inclusive já mandei segurar (a vacinação dos presos) enquanto consultamos o Jurídico e o Ministério Público, para saber as consequências que terei que enfrentar”.

Foi mais longe: “nossa intenção é vacinar os profissionais da educação ainda nesta semana. E assim seguir o Plano Nacional de Vacinação, priorizando todos os grupos de trabalhadores e, só no fim, os presidiários!” Pode até não conseguir, a corajosa Prefeita de Ariquemes, mas seu protesto ao menos deixa claro o que pensa a imensa maioria dos brasileiros de bem, que não concordam com essas leis vagabundas.

DOIS EM UM: LIDER DO GOVERNO ESTÁ COM DENGUE E COM COVID

Mais um nome importante na política rondoniense foi atacado pelo vírus. E, ao mesmo tempo, pela dengue. Dois em um. Trata-se do competente deputado Luizinho Goebel, uma das maiores lideranças políticas do Cone Sul, principal nome do Partido Verde no Estado e, ainda, líder do Governo na Assembleia. O parlamentar teve sintomas gripais há alguns dias. Foi comprovado que tinha dengue, mas os primeiros testes para Covid deram negativo. No meio da semana passada, contudo, novo teste positivou para o vírus.

Mesmo com as duas doenças, Luizinho não teve, até agora, nenhum sintoma mais pesado. Fez o chamado tratamento preventivo, com o uso de remédios indicados por vários médicos e no início da quarentena teve poucos e fracos sintomas da doença. Trancado em casa, em Porto Velho, o deputado continua sua atuação apenas de forma remota. Disse que está bem e que conta com o apoio e orações dos rondonienses para que ele possa se recuperar rapidamente. É o que todos esperamos.

O MILAGRE DA VOLTA E O CASAL VACINADO QUE O VÍRUS NÃO AFETOU

Embora haja um esforço generalizado de boa parte da mídia em apenas divulgar más notícias, perigos, mortes, tragédias pessoais e familiares na guerra da Covid 19, há sim, no meio disso tudo, notícias muito boas, que, no geral, passam despercebidas do grande público, como se somente o que é ruim merece destaque. Não aqui. Pelo menos dois eventos importantes, registrados aqui mesmo, em Porto Velho, precisam de registro. Um deles, o caso de uma mulher que, depois de 52 dias internadas na UTI e entubada, que chegou a ficar com 100 por cento do seu pulmão comprometido, foi salva pela Medicina e por um longo tratamento. Já está em casa.

No outro, um casal que já havia recebido as duas doses da vacina Coronavac, foi atingido novamente pela doença, em torno de 40 dias depois da dosagem final. Temerosos com as notícias desencontradas e com “informações” que diziam que a vacina chinesa poderia ser ineficiente; além de bombardeados com notícias da mídia de casos de pessoas que, mesmo vacinadas com as duas doses, haviam morrido, depois de infectadas novamente, o casal se assustou. Susto apenas. Os dois tiveram pequenas reações. O homem, um leve desconforto na garganta. A mulher, por dois dias, perdeu o olfato e o paladar. Pronto. Ambos, vacinados e felizes, saíram ilesos do novo contato com o vírus.

QUATRO MESES E MEIO SÓ PARA SUSTENTAR A OBESIDADE MÓRBIDA DOS GOVERNOS

O final de maio marcou dois dias que o contribuinte brasileiro jamais gostaria de comemorar. Na primeira quinzena, chegou ao período em que todos os que são pagadores de impostos tiveram que trabalhar para ficar em dia com o grotesco, voraz e criminoso sistema de arrecadação do nosso país. Ou seja, trabalhamos quatro meses e meio todo o ano, apenas para pagar tributos, taxas, emolumentos e todas as formas que o Estado, como um todo, faz questão de criar, para arrancar até nosso último centavo.  A segunda-feira, 31 de maio, marcou o último dia para a declaração do imposto de renda de 2020.

Sem correção desde 2015, embora nos últimos cinco anos tenhamos tido grandes mudanças no sistema da economia brasileira, na inflação e na diminuição dos ganhos da maioria dos brasileiros, o IR continua formando uma das maiores injustiças contra os trabalhadores, principalmente os da classe média, que pagam grande percentual dos seus ganhos, sem que possam descontar muito dos seus imensos gastos, incluindo os que deveriam ser bancados pelos governos dos três estágios. Não há, em relação a quem produz, sua para sobreviver e ajuda a Nação a ir em frente, qualquer respeito. Continuamos sob o tacão dos que impõe algo muito pior que a derrama, que acabou por causar a morte de Tiradentes.

PACOTAÇO DE OBRAS E SERVIÇOS CHEGARÁ A TODAS AS REGIÕES DO ESTADO

Nestes últimos dias, um grande périplo do governador Marcos Rocha por várias regiões do Estado, mostra muito do que sua administração tem se direcionado com fortes parcerias com Prefeituras do interior rondoniense. Várias comunidades, muitas delas há muito tempo sem receberem obras para melhorar a qualidade de vida das populações, algumas delas em áreas muito distantes do Estado.

O asfaltamento de inúmeras ruas em pequenas e médias cidades, é apenas um dos pesados investimentos que estão sendo feitos. Vários programas sociais também têm sido levados, sob a liderança da primeira dama e secretária da Seas, Luana Rocha. Destaque-se ainda o eficiente trabalho do DER. O diretor-geral Elias Rezende, tem se tornando um dos personagens mais importantes neste contexto, comandando obras importantes em rodovias, em praticamente cada canto dessa Rondônia.

Na sua estadia no sul e área do eixo da BR 420, o Governador e sua equipe foram homenageados por lideranças e comunidade, pela extensão dos serviços que estão levando. Mais de 830 milhões de reais serão aplicados num pacotaço de obras que chegarão aos 52 municípios do Estado.

MENOS ÓBITOS, MENOS INTERNAÇÕES, MAS O VÍRUS AINDA TEM MUITA FORÇA

Entre o sábado, o domingo e a segunda-feira, tivemos mais 47 mortes de rondonienses atingidos pela Covid 19. Foram 14 no sábado, sete no domingo e outras 26 mortes na segunda. Com isso, são 5.706 óbitos registrados desde o início da pandemia, em março do ano passado. O primeiro caso de morte em Rondônia ocorreu em maio de 2020, há pouco mais de um ano. Ou seja, registramos, lamentavelmente, mais de 475 mortes por mês; quase 16 por dia.

O Boletim 434 da Sesau, aponta que já tivemos 228.358 confirmados e 216.362 que se livraram do vírus, alguns com facilidade e outros, embora em casos mais raros, com grande sofrimento. O número de internados ainda é preocupante, mas neste contexto Rondônia teve significativa melhora em relação a três semanas atrás, quando superamos os 750 doentes em leitos comuns e UTIs e, nesta segunda, esse total caiu para 463 internados. Não há mais superlotação nas UTIs e nem nos hospitais. Não há mais filas de espera, mas, mesmo assim, é preciso se manter vigilante e com todos os cuidados, porque há temores nacionais de uma terceira e muito violenta onda do vírus.

PERGUNTINHA

Na sua opinião, pelas imagens, fotos e vídeos que você viu na mídia e nas redes sociais, quem levou mais gente para as ruas do Brasil: a turma bolsonarista ou o pessoal de Lula e da esquerda?

sicoob credisul

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