Fernando Máximo (azul) acompanhado do deputado estadual Luizinho Goebel, líder do governo na ALE / Foto: Extra de Rondônia

O secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, esteve nesta quarta-feira, 16, em Vilhena, participando de ação entre o governo estadual e a prefeitura com a realização de testagem em massa contra a Covid na população.

Entrevistado pelo Extra de Rondônia, falou sobre a maneira com que o Estado vem enfrentando a pandemia.

Sobre a testagem coletiva realizada em Vilhena, Máximo destacou a parceria entre o governo estadual e a administração municipal nesta medida que é de grande importância, “além de ser recomendada pela Organização Mundial da Saúde”.

Ele argumenta que a detecção precoce alivia a pressão no sistema de saúde, e reduz a circulação do vírus. Em Vilhena, Estado e Município aplicaram mais de 800 testes rápidos esta semana, com pouco mais de dez por cento da população submetida ao exame testando positivo. “Com isso, além de podermos tratar estas pessoas, quando necessário, também evitamos que elas propaguem o vírus”, explicou.

Sobre a vacinação em Rondônia, o secretário explicou que os indicadores que colocam o Estado entre os últimos do país se devem a dois fatores: o envio de menor quantidade de vacinas no início da vacinação em termos proporcionais com relação a outros Estados – “situação que o Ministro Queiroga já corrigiu”, explicou Fernando-; e o fato de alguns municípios não aplicarem o imunizante com a agilidade esperada.

Ele garantiu que o governo tem feito sua parte de forma acertada, encaminhando os lotes de vacinas aos municípios com celeridade, mas que em muitas cidades – “o que não é o caso de Vilhena, onde a vacinação é exemplar”, ressaltou – as vacinas estão ficando estocadas. O secretário exemplificou a situação citando Guajará-Mirim, que precisou de intervenção do Estado para conseguir desovar estoques do produto.

Finalizando, ele foi questionado sobre a CPI da Covid, que convocou o governador de Rondônia para depor no início de julho. Máximo afirmou que o Estado é o “número um em transparência de acordo com empresas e instituições internacionais”, e que não há nada a esconder.

Sem deixar claro se Marcos Rocha vai ou não atender a convocação, o secretário garantiu que todas as informações relativas a pandemia, incluindo o que se refere a finanças, estão disponíveis a qualquer cidadão ou autoridade nos sites de transparência do governo do Estado.

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