Boi gordo / Foto: Ilustrativa

O mercado físico de boi gordo registrou preços estáveis nesta sexta-feira, 16. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a semana foi pautada por queda dos preços, com os frigoríficos encontrando espaço para testar o mercado e efetivamente realizar negócios abaixo da referência média.

“As escalas de abate avançaram e hoje estão posicionadas entre quatro e seis dias úteis, em média. A oferta de animais terminados segue restrita, não permitindo movimentos mais consistentes de pressão, ressaltando que muitas unidades frigoríficas operam com capacidade de abate reduzida, um sintoma que apesar da entrada de animais confinados no mercado não há conforto em relação à oferta. Essa dinâmica será preponderante para o entendimento do mercado no restante do ano”, disse.

Em relação à China, seguem as incertezas em torno das informações. O governo chinês ainda sinaliza para uma rápida recomposição do plantel. Na primeira quinzena de julho, foi relatada alta dos preços das carnes no território chinês, consequência da atuação do governo local, que absorveu parte do excesso de produção para recompor os estoques públicos”, disse.

Com isso, em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 316 na modalidade à prazo. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 302. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 309. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 307. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 309 a arroba.

ATACADO

Já no mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram estáveis. Segundo Iglesias, a tendência é por nova queda dos preços durante a segunda quinzena do mês, período que conta com menor apelo ao consumo, resultando em uma reposição mais lenta entre atacado e varejo. “Importante mencionar que a carne de frango ainda conta com a predileção do consumidor médio, considerando a atual conjuntura econômica. Essa tendência é reforçada pelos preços bastante proibitivos da carne bovina”, assinalou Iglesias.

Com isso, o corte traseiro teve preço de R$ 21,05 o quilo. O corte dianteiro teve preço de R$ 17,10 o quilo, com queda de 20 centavos, e a ponta de agulha recuou de R$ 17,40 o quilo para R$ 17,10 por quilo.

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