Homem fumando / Foto: Ilustrativa

O tabagismo no Brasil é considerado um problema de saúde pública, mesmo que o controle sistemático esteja sendo realizado desde o ano de 1989, o combate ao uso do tabaco e seus derivados ainda está longe de acontecer.

No século XX, o uso do tabaco passou a ser visto como artigo de luxo, para jovens e adultos da época, com isso a exploração foi aumentando e o surgimento de novos tipos de tabaco também, consequentemente o consumo excessivo dessa droga causou impactos na saúde das pessoas, resultando em problemas até os dias atuais. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano, 7 milhões dessas têm seu uso diariamente, enquanto o 1,2 milhão são não- fumantes, mas estão expostos ao fumo passivo. O impacto que o tabagismo causa já foi comprovado há muito tempo, mas as consequências dessa prática foram camufladas e até incentivada pela sociedade e pela mídia, como é possível observar em filmes e séries, essa influência causa consequências em jovens e adultos que são atraídos por essa prática, levando-os para um vício no qual muitas vezes não conseguem sair. 

Com o interesse das indústrias em lucrar com a venda desses produtos, elas acabam não se importando com a saúde da população e com as consequências tão graves que isso irá causar. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é o principal causador de câncer no mundo, e mesmo com pesquisas apontando problemáticas que esse ato causa, caberá à população reagir e lutar por medidas para acabar com esses resultados preocupantes.

Dessa forma, o acolhimento aos fumantes e as instruções sobre como se livrar do vício de fumar devem ser incentivados de maneira correta. Além disso, é de grande importância que o Ministério da Educação promova debates e palestras em meios estudantis para falar dos problemas que essa prática causa. Assim, cabe também ao Ministério da Saúde a divulgação dos meios de tratamento pelo SUS, considerando que muitos fumantes não sabem que é possível realizar o tratamento de forma gratuita, essas medidas têm o propósito de fazer com que a realidade de muitos brasileiros mude para melhor. 

Steffane Kauane Anjos Oliveira, aluna do 3º ano do curso técnico em agropecuária integrado, Ifro-campus Colorado do Oeste

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