Foto: ilustrativa

Na madrugada desta quinta-feira, 05, um morador do bairro Jardim Primavera, de Vilhena passou momentos de terror, após ser rendido dentro de casa por dois assaltantes e passar duas horas amarrado sob ameaça e tentativa de morte.

Segundo informações apuradas pela reportagem do Extra de Rondônia, após ser surpreendido pelos dois meliantes, estando um deles armado com um revólver, a vítima teve os pulsos e os tornozelos amarrados com fios de energia, passando horas sob tortura física e psicológica.

Além de levar um chute na boca e ser ameaçado por um dos assaltantes com uma faca de sua própria cozinha, o morador teve a arma de fogo apontada para a cabeça, chegando ao ponto do agente puxar o gatilho por duas vezes.

Como a arma falhou, os meliantes que a todo o momento pediam por dinheiro, coloraram alguns pertences da vítima dentro de uma mochila e fugiram levando também sua motocicleta Honda Bros 160. Assim que os ladrões saíram do imóvel, o morador pode gritar por socorro e acabou sendo ouvido por uma de suas vizinhas, que acionou a Polícia Militar.

Quando a guarnição chegou até a casa da vítima, a encontrou ainda em situação de tortura, pois estava amarrado e em pânico devido ao drama que viveu em acreditar que seria morto no local.

Imediatamente outras guarnições se dirigiram até uma casa localizado nas proximidades do Cemitério Municipal, conhecida como ponto de encontro de usuários de drogas e avistaram o momento em que dois jovens com as mesmas características descritas pela vítima como sendo as dos agentes do crime, saíram a pé, carregando um mochila e capacetes.

Após serem abordados, os suspeitos foram fotografados, sendo a imagem deles apresentada a vítima, que de pronto os reconheceu. Ao saberem que seriam presos, os meliantes empreenderam fuga correndo e pulando muros das residências vizinhas até serem novamente interceptados pelas guarnições.

Um dos militares que trabalhou na ação chegou a ficar ferido após precisar entrar em luta corporal com um dos infratores para realizar sua prisão.

Depois de confessarem o crime e o mostrarem um terreno baldio onde estava escondido o veículo da vítima, os agentes acompanharam os militares para dentro do imóvel de onde saíram e lá foram localizados mais dois indivíduos em posse de aparelhos celulares que continhas mensagens, que comprovavam suas participações em outros crimes. Na casa também foi localizada cerca de 20 gramas de maconha.

Diante dos fatos, os quatro envolvidos, sendo um deles menor de idade, que havia sido dado como desaparecido pela própria mão há quase um mês, foram apresentados na Delegacia da Polícia Civil para o registro do caso.

Duas mulheres não localizadas, que residem na casa onde os agentes foram presos e foram vistas saindo minutos antes da chegada dos policiais, são suspeitas de participarem no crime, dando cobertura aos homens ao esconderem a arma de fogo usada por eles para a prática do latrocínio tentado.

 

 

 

 

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