Célio Batista, assessor governamental da prefeitura de Vilhena / Foto: Extra de Rondônia

Após a sessão ordinária realizada na manhã desta terça-feira, 14, na Câmara de Vilhena, o ex-vereador Célio Batista, que hoje ocupa o cargo de Assessor Governamental na prefeitura, rebateu as afirmações do presidente da Casa de Leis, Ronildo Macedo (PV), que, em ofício destinado ao prefeito Eduardo Japonês (PV), ameaçou utilizar a força para evitar influências no parlamento.

No documento, Macedo afirmou que Batista estaria induzindo os vereadores nas votações (leia mais AQUI).

Contudo, Batista rebate o presidente do parlamento, afirmando que não houve ilegalidade em sua participação na reunião.

Entrevistado pelo Extra de Rondônia, Batista explicou que o episódio aconteceu na última sexta-feira, 10, na reunião das Comissões que ocorrem na Casa de Leis. Na ocasião, foi discutido um projeto de lei para ser votado em regime de urgência. Parte dos vereadores apoiou e outra não. Batista disse que pediu aos vereadores para saber o que eles achavam e o projeto ser incluído na pauta, momento em que se iniciou uma discussão com Macedo.

“Falei sobre o projeto, uns concordaram e outros não. É prerrogativa deles. Aconteceu a discussão, foi passageira e foi resolvida depois na sala do próprio presidente, tanto é que ontem (segunda-feira) voltei a participar da reunião. Na verdade, é uma exigência dos vereadores de que alguém do Executivo acompanhe as atividades para esclarecer alguns detalhes a respeito dos projetos com os técnicos, visando a transparência”, esclareceu.

Com relação ao termo “usar a força” dito no documento, Batista minimizou a situação. “Não sei o que o presidente quis dizer quando se refere em usar a força. No meu ponto de vista, não houve nenhuma ilegalidade da minha parte, não ofendi ninguém. Simplesmente tive uma discussão acalorada com ele, mas já foi resolvido, já que ele é meu amigo pessoal. Na verdade, são casos pontuais. Vou continuar vindo nas reuniões das Comissões, até porque são públicas. Da minha, parte não houve interferência e apenas pedi uma opinião dos vereadores”, analisa.

Batista também esclareceu comentários de racha entre o Executivo e Legislativo. “Temos muitas obras acontecendo no município e é graças à participação dos vereadores. A Câmara é independente e trabalha de forma harmônica com o Executivo”, encerrou.

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