Magnison Mota (PSC), vice-presidente da Câmara de Cacoal / Foto: Extra de Rondônia

Em meio à polêmica do “rejeito de asfalto” que teria sido jogado na propriedade do prefeito Adailton Fúria (PSD) utilizando máquinas públicas, um print vazou nas redes sociais nesta quinta-feira, 23, com supostas declarações do vereador Magnison Mota (PSC), vice-presidente da Câmara de Cacoal.

No diálogo, que aparentemente seria com um comunicador da cidade, o vereador, ao falar do “rejeito de asfalto”, disse que “o prefeito pediu um favor e foi atendido. Estou com o prefeito e não abro mão”.

A conversa continua com Magnison, que é considerado aliado do prefeito, afirmando que a maioria das portarias da prefeitura foram para ele e João Pichek, presidente do Legislativo. O caso viralizou e se espalhou em diversos grupos de WhatsApp do município.

Entrevistado pelo Extra de Rondônia, Magnison disse que o print não passa de fake. “Desafio qualquer um a mostrar a pessoa que supostamente eu enviei esse diálogo. Isso é mentira. Não tenho portaria em lugar nenhum. Do mesmo jeito que falaram o João Pichek. Eu mesmo não tenho nada. Não fiz acordo político com ninguém para ficar prometendo portarias como outras pessoas. Então, estou tranquilo. Entro e saio de qualquer lugar. As únicas portarias que tenho é por lei, dentro da Câmara de Vereadores, no meu gabinete”, esclareceu.

“REJEITO DE ASFALTO”

O caso do “rejeito de asfalto” gera desdobramentos no município. O vereador Paulo Henrique (PTB) denunciou o caso e o prefeito rebateu o parlamentar fazendo graves acusações, tais como suposto pedido de cargos na prefeitura e intermediação de um estelionatário que queria vender vacinas para o município no valor de R$ 14 milhões (leia mais AQUI AQUI).

Suposto diálogo de Magnison Mota que circula nas redes sociais / Foto: Divulgação
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