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Uma oportunidade de troca de experiências entre renomados especialistas, que compõem os diferentes elos da cadeia de produção e transformação do café no Brasil e no Mundo.

Para tanto, mesas redondas, palestras e oficinas discutirão o estado da arte da produção de cafés de qualidade, arábica e canéfora (robusta e conilon), e seus protocolos de degustação.

O evento que vai até sexta-feira, 10, pretende estabelecer uma calibragem mais ampla a respeito dos diferentes padrões de qualidade dos cafés, arábica e canéfora (robusta e conilon), que são produzidos de norte a sul do país.

Uma oportunidade de atualização, aprendizagem, discutir metodologias e romper paradigmas. Afinal, a cafeicultura vive uma constante
transformação. Nenhuma safra é igual a outra! Isso torna a arte e a ciência de produzir
cafés, algo dinâmico e desafiador.

Degustação de cafés

Desde os primórdios o café é um alimento valorizado segundo a sua qualidade. E, foi
devido a essa importância que a prova de xícara surgiu no Brasil, no início do século XX.
Em 1917, a Bolsa de Café e Mercadorias de Santos foi a primeira a adotar a
metodologia de avaliação física e sensorial dos grãos, apenas três anos após a sua
criação. Desde então, diversas metodologias, protocolos e rotinas foram incorporadas
ao cotidiano da cadeia de produção e transformação do café.

Apesar de toda a sua tradição, a cafeicultura não descansou em berço esplêndido.
Evoluiu muito, sempre incorporando novas tecnologias e valores. Foram
transformações que ocorreram do campo à xícara, modificaram hábitos e quebraram
paradigmas.

Graças ao emprego de novas tecnologias de produção, principalmente nas
etapas de colheita e pós-colheita, a cafeicultura vem se tornando mais produtiva,
qualitativa e sustentável. Também trouxeram atributos, físicos, químicos e sensoriais
que não se encontravam nos grãos que foram avaliados e comercializados no Porto de
Santos em 1917.

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