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Nos bailes noturnos deste evento as regras são diferentes, e quem tem menos de 18 não pode estar desacompanhado por um responsável, como ocorre em outras situações
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Ainda assim, os pais ou responsáveis por levar menores ao ambiente festivo devem manter comportamento adequado para evitar colocar crianças e adolescentes em situação de risco. “Não adianta eles trazerem os filhos para cuidar e depois encherem a cara e deixar de lado a responsabilidade”, comentou uma conselheira.

Com ponto de plantão presencial instalado na Escola Professora Chitosse Inaba, a duas quadras da Praça Nossa Senhora Aparecida, o CT trabalha em parceria com a SEMAS, que também disponibilizou profissionais para atender casos que possam ocorrer. A PM e voluntários, como servidores da Secretaria Municipal de Trânsito, ficam atentos à movimentação carnavalesca, e em casos onde há suspeita de algum tipo de situação inadequada realizam abordagens. Se o problema for confirmado, os envolvidos são levados ao Conselho para as devidas providências.

Nestes primeiros dias de folia a coisa está calma, mas nem por isso a atenção afrouxou. Em festas deste gênero, os casos mais comuns são menores desacompanhados ou fazendo uso de bebidas alcoólicas. Uma vez que ele for apreendido pelas autoridades, só é liberado com a presença de pelo menos um responsável, que deve estar munido com documento que comprove tal relação. Mas a coisa não termina aí: a situação gera desdobramentos legais, e dependendo da gravidade do caso, pode chegar até a Justiça. Se em determinado período de tempo estiver apreendida e não nenhum responsável for localizado ou se recusar a ir buscar o apreendido, este é encaminhado ao Abrigo de Menores.

 

O Conselho Tutelar fica em plantão permanente, e pode ser acionado pelo telefone 9954 5180. Já o plantão presencial no Chitosse funciona entre as 22 horas até as 04 da madrugada seguinte. A equipe do CT conta com recepcionista, motorista e pelo menos três conselheiros; enquanto a SEMAS disponibiliza uma psicóloga e uma assistente social para atendimento.

 

Finalizando, os plantonistas da noite do sábado que conversaram com o Extra de Rondônia informaram que qualquer cidadão que perceber situações incomuns que estejam colocando menores em situação de risco deve avisar a polícia ou acionar o CT pelo telefone citado logo acima.

 

Fonte – Extra de Rondônia

Texto – Da redação

Foto – Mario Quevedo

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